A ordem ou hierarquia entre autoridades é chamada de:
- A)etiqueta;
Etiqueta não é a ordem entre autoridades; ela trata de boas maneiras, cortesia e comportamento social.
- B)cerimonial;
Cerimonial é a organização formal do ato ou evento, e não a classificação hierárquica das autoridades.
- C)relações públicas;
Relações públicas é a área de comunicação e imagem institucional, sem definir hierarquia de autoridades em solenidades.
- D)protocolo;
Protocolo é o conjunto de normas e procedimentos do ato oficial, mas não o nome da ordem entre autoridades.
- E)precedência.
Precedência é exatamente a denominação da ordem ou hierarquia entre autoridades.
Gabarito: E
Quando o tema é eventos e cerimonial, há uma palavrinha que vive aparecendo para organizar quem vem antes e quem vem depois: precedência. Em termos simples, ela indica a ordem ou hierarquia entre autoridades, especialmente em solenidades, mesas de honra, atos oficiais e recepções protocolares. Pense nela como a “fila VIP” do mundo institucional: alguém precisa dizer quem tem lugar de destaque primeiro, segundo e assim por diante. A questão foi direta e cobra exatamente isso: a ordem ou hierarquia entre autoridades recebe o nome de precedência. Esse conceito aparece em manuais de cerimonial e protocolo usados pela Administração Pública, além das regras tradicionais de etiqueta institucional. A lógica é sempre a mesma: definir a posição correta de cada autoridade para evitar constrangimentos e manter a formalidade do evento. É comum confundir com protocolo e cerimonial, mas eles não são a mesma coisa. Protocolo é o conjunto de regras e normas que orienta a organização dos atos oficiais; cerimonial é a forma prática de conduzir o evento; precedência é a ordem entre as autoridades. Então, se a pergunta fala de hierarquia ou ordem entre autoridades, a resposta é precedência, sem mistério. Por isso o gabarito E está correto: precedência é justamente o critério que define quem ocupa primeiro lugar na hierarquia de tratamento em eventos e solenidades. Em concursos, a FGV gosta desse detalhe conceitual, trocando o nome da regra pelo nome da cerimônia para ver se você embarca no passo errado.