Quando várias bandeiras são hasteadas e arriadas simultaneamente, a Bandeira Nacional deve ser a:
- A)primeira a atingir o tope e pode descer em qualquer ordem;
Errada, porque a Bandeira Nacional até deve ser a primeira a atingir o tope, mas não pode descer em qualquer ordem.
- B)primeira a atingir o tope e a última a descer;
Certa, pois a Bandeira Nacional deve ser a primeira a atingir o tope e a última a descer, conforme o cerimonial público.
- C)última a atingir o tope e a primeira a descer;
Errada, porque inverte a lógica do hasteamento e da descida da Bandeira Nacional.
- D)última a atingir o tope e a última a descer;
Errada, porque a Bandeira Nacional não é a última a atingir o tope; ela deve subir primeiro.
- E)última a atingir o tope e pode descer em qualquer ordem.
Errada, porque a Bandeira Nacional não fica em ordem aleatória na descida e também não é a última a atingir o tope.
Gabarito: B
Quando a Bandeira Nacional aparece junto com outras bandeiras, existe uma hierarquia de respeito que vem do Decreto nº 70.274/1972, que aprova o Regulamento de Cerimonial Público e a Ordem Geral de Precedência. A lógica é simples: a Bandeira do Brasil não entra para “disputar espaço”, ela deve ter tratamento de honra. Na prática, se várias bandeiras forem hasteadas ao mesmo tempo, a Bandeira Nacional deve ser a primeira a chegar ao topo do mastro. E, na hora de arriar, ela deve ser a última a descer. Isso evita qualquer impressão de subordinação simbólica às demais bandeiras, como exige o cerimonial oficial. É uma regra clássica de prova: a banca gosta de cobrar a dupla ideia “primeira a subir, última a descer”. Então, se você lembrar dessa sequência, já corta o risco de cair em alternativas invertidas ou que tentam flexibilizar a ordem de descida. Por isso, o gabarito é a letra B. Ela traduz exatamente o tratamento de destaque conferido à Bandeira Nacional pelo regulamento de cerimonial público.