Em funeral, a Bandeira Nacional deve estar:
- A)a meio mastro, sendo hasteada e arriada inicialmente até o tope;
Certa: em funeral, a Bandeira Nacional fica a meio mastro, sendo levada ao tope antes de ser arriada até a posição intermediária.
- B)a meio mastro, quando se tratar do falecimento de autoridade federal;
Errada: a meia adriça não depende apenas do falecimento de autoridade federal, mas do cerimonial de luto previsto na norma.
- C)a meio mastro, com um laço preto de luto atado ao Pavilhão;
Errada: a legislação dos símbolos nacionais não prevê laço preto na bandeira como forma correta de luto.
- D)hasteada até o tope, com um laço preto de luto atado ao Pavilhão;
Errada: a bandeira não deve ser apenas hasteada com laço preto; o rito oficial é a meia adriça, sem esse adereço.
- E)hasteada até o tope, com uma parada a meio mastro para saudação.
Errada: a parada a meio mastro para saudação não corresponde ao procedimento legal de funeral da Bandeira Nacional.
Gabarito: A
Em prova, esse tipo de questão gosta de misturar protocolo cerimonial com memória visual. No caso da Bandeira Nacional, o regramento vem da Lei 5.700/1971, que disciplina os símbolos nacionais, e do Decreto que a regulamenta. Em funeral, a regra é de luto: a bandeira fica a meio mastro, mas não "nasce" ou "morre" no meio do caminho, por assim dizer. O detalhe importante é este: para colocar a bandeira a meio mastro, ela deve primeiro ser levada até o tope do mastro e só depois baixada até a posição intermediária. O mesmo raciocínio vale na hora de recolher: ela é novamente levada ao tope e, então, arriada. Isso preserva a solenidade do símbolo nacional. Por isso o gabarito é a letra A. As demais alternativas tentam trocar a regra oficial por adereços de luto, como laço preto, ou inventam hipóteses específicas de autoridade federal, mas o rito correto para funeral é o previsto na norma: meia-adriça com passagem prévia pelo tope. Em concurso, esse detalhe é campeão de pegadinha.