“Em casos de crise, sua escolha pode ajudar a determinar o sucesso ou o fracasso da estratégia de comunicação utilizada. Recomenda-se que seja conhecedor do assunto e tenha facilidade de comunicação.” As informações se referem a:
- A)Lobista.
Lobista atua na defesa de interesses junto a decisores, não como representante formal da instituição em situações de crise.
- B)Porta-voz.
Correta, porque o porta-voz é quem fala oficialmente pela organização, devendo conhecer o assunto e ter boa comunicação.
- C)Ombudsman.
Ombudsman é uma espécie de mediador ou defensor do público/leitor, e não a figura escolhida para responder pela crise institucional.
- D)Relações públicas.
Relações públicas é a área/profissão que planeja e gerencia a comunicação, mas não designa, por si só, a pessoa que fala em nome da organização.
Gabarito: B
Em situações de crise, a comunicação precisa ser rápida, clara e muito bem alinhada. Por isso, a escolha da pessoa que vai falar em nome da instituição faz diferença enorme: um deslize ali pode virar manchete, trend e dor de cabeça em cadeia. É exatamente nesse ponto que entra a figura do porta-voz. O porta-voz é quem representa oficialmente a organização perante a imprensa e o público, especialmente quando o assunto é delicado. Ele deve conhecer o tema, dominar as informações essenciais e ter facilidade de comunicação, porque vai responder perguntas, transmitir segurança e evitar ruídos. Em crise, não basta falar bonito: é preciso falar com precisão e coerência. A própria lógica da assessoria de comunicação e das relações públicas aponta para isso: escolher alguém preparado reduz o risco de contradições, improvisos e mensagens desencontradas. Por isso, o enunciado descreve justamente o porta-voz, que é a pessoa indicada para sustentar a estratégia de comunicação em momentos críticos. Assim, o gabarito é a alternativa B. As demais opções tratam de funções diferentes, que até podem se relacionar com comunicação, mas não correspondem ao representante oficial da instituição diante da crise.