Para construir relacionamento e comunidades nas mídias sociais, é preciso compreender quem são os contatos da instituição e ajustar o teor das conversações para se comunicar melhor com os diversos segmentos do público-alvo, sem comprometer a consistência da sua marca e/ou instituição. São consideradas orientações para construir relacionamento e comunidades nas mídias sociais, EXCETO:
- A)Ser passivo.
Está errada como orientação, porque construir relacionamento em mídias sociais exige postura ativa, com diálogo e interação constantes.
- B)Reconhecer as outras instituições.
Está certa, pois reconhecer outras instituições faz parte da construção de rede, parceria e legitimidade no ambiente digital.
- C)Não falar apenas sobre a própria instituição.
Está certa, porque a comunicação institucional não deve ser autocentrada e precisa variar temas e interações além da própria organização.
- D)Procurar estabelecer novos relacionamentos continuamente.
Está certa, já que ampliar contatos e criar novos vínculos de forma contínua é essencial para fortalecer comunidades nas redes.
Gabarito: A
Nas mídias sociais, construir relacionamento e comunidade não é ficar postando sozinho para um “auditório de fantasmas”. A lógica é interagir, ouvir, responder, reconhecer os públicos e criar conversas coerentes com a identidade da instituição. Ou seja, a marca não pode falar com todo mundo do mesmo jeito, mas também não pode esquecer quem já está na rede nem ignorar novos contatos. A orientação central é agir de forma ativa e relacional: procurar aproximação, dialogar com outros atores, reconhecer instituições parceiras ou concorrentes e variar o conteúdo para além da autopromoção. Isso ajuda a ampliar engajamento e fortalecer a reputação, sem perder consistência na mensagem institucional. É exatamente por isso que a alternativa A está correta no gabarito: ser passivo vai na contramão da estratégia de relacionamento em mídias sociais. Passividade aqui significa não interagir, não responder, não construir vínculos e deixar a comunidade sem movimento, o que enfraquece a presença digital da organização. Em termos de comunicação organizacional, a ideia é de presença ativa, diálogo contínuo e gestão de comunidade. A instituição não deve apenas “falar de si”, mas participar da conversa pública de forma estratégica e consistente.