A linguagem utilizada em comunicação house organ deverá:
- A)Manter características do estilo jornalístico.
Errada, porque o house organ não deve apenas reproduzir o estilo jornalístico sem considerar a adequação ao público-alvo.
- B)Buscar uma linguagem mais próxima da publicidade.
Errada, porque a linguagem de house organ não é publicitária; a função principal é informativa e institucional.
- C)Buscar a linguagem de relatórios técnicos da diretoria
Errada, porque relatórios técnicos da diretoria têm linguagem interna e formal demais para a proposta comunicacional do house organ.
- D)Manter características do estilo jornalístico, bem como adaptações ao tipo de público do veículo.
Certa, porque o house organ deve preservar características jornalísticas e, ao mesmo tempo, adaptar a linguagem ao perfil do público leitor.
Gabarito: D
O house organ é um veículo interno ou institucional de comunicação, usado por empresas, órgãos e entidades para falar com seus públicos. Por isso, ele não pode soar como uma peça publicitária pura, nem como um relatório frio de diretoria. A ideia é informar, aproximar e reforçar a identidade institucional, mas com linguagem jornalística, clara e acessível. Em provas, isso costuma aparecer como um equilíbrio: o house organ conserva características do estilo jornalístico, como objetividade, clareza e organização da informação, mas precisa ser adaptado ao público que vai ler. Afinal, não adianta escrever como se fosse para uma assembleia de diretores se o leitor é funcionário, associado ou cliente. A comunicação só funciona se a forma conversar com quem recebe a mensagem. É por isso que o gabarito está na alternativa D. Ela traduz exatamente a lógica da comunicação institucional: manter o padrão jornalístico, sem esquecer que todo veículo tem um público específico e, portanto, exige ajuste de linguagem, vocabulário e abordagem. Esse entendimento é bem tradicional na doutrina de comunicação organizacional e assessoria de imprensa. Se quiser guardar uma regra simples: house organ não é panfleto publicitário, nem memorando burocrático. Ele fica no meio do caminho, com jornalismo na base e adaptação ao leitor no acabamento.