Assim como em jornais e revistas, na elaboração de títulos de release por assessorias de imprensa devem ser evitados:
- A)Títulos com verbo.
Errada, porque títulos de release podem, sim, conter verbo; isso é até comum para dar movimento e clareza.
- B)Verbos no presente.
Errada, porque o verbo no presente é frequente em títulos jornalísticos e ajuda a dar sensação de atualidade.
- C)Verbos na voz ativa.
Errada, porque a voz ativa costuma ser preferida na redação jornalística por deixar o título mais direto e forte.
- D)Artigos definidos ou indefinidos no início do título.
Certa, porque artigos no início do título geralmente são evitados para enxugar a frase e melhorar o impacto jornalístico.
Gabarito: D
Na redação de release, o título precisa ser curto, direto e com cara de notícia. A lógica é parecida com a do jornalismo: prender a atenção sem ficar engessado, mantendo clareza e objetividade. Por isso, costuma-se evitar pequenos elementos que deixam o título mais pesado ou menos impactante. Nesse ponto, a regra clássica de estilo é não começar o título com artigos definidos ou indefinidos, como "o", "a", "um" e "uma". Eles normalmente podem ser suprimidos sem prejuízo do sentido, deixando o título mais enxuto e mais jornalístico. É uma orientação de técnica de redação usada em assessoria de imprensa e em manuais de redação, não uma exigência legal. As outras opções tentam confundir porque, em títulos jornalísticos, é comum usar verbo, tempo presente e voz ativa para dar dinamismo. Isso ajuda a criar sensação de atualidade e impacto. Então, o ponto de corte aqui não é "ter verbo" ou "usar presente", e sim evitar aquilo que enfraquece o título logo na largada. Em resumo: o release quer título com pegada de manchete, não com cara de frase burocrática. A banca cobra justamente essa prática de estilo, e por isso o gabarito é a alternativa que aponta o que deve ser evitado no início do título.