De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, “a prestação de informações pelas organizações públicas e privadas, incluindo as não-governamentais”, deve ser considerada uma:
- A)Obrigação social.
Certa, porque o Código de Ética entende a prestação de informações por organizações públicas e privadas como obrigação social, ligada ao interesse público.
- B)Informação sigilosa.
Errada, porque a ideia da norma é justamente ampliar o acesso à informação, não classificá-la como sigilosa por padrão.
- C)Decisão estratégica.
Errada, porque o Código trata essa prestação como dever ético-social, e não como decisão estratégica da organização.
- D)Necessidade do tipo de instituição.
Errada, porque o texto do Código não limita isso a uma necessidade interna da instituição, mas a um compromisso com a sociedade.
Gabarito: A
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros trata a informação como algo que tem função social, não como favor nem como moeda de troca. Por isso, quando ele fala da prestação de informações por órgãos públicos e privados, inclusive entidades não governamentais, está dizendo que isso deve ser visto como parte do dever social dessas organizações com a sociedade. Na prática, a lógica é simples: quem atua na vida pública ou impacta a coletividade deve colaborar com a circulação de informações de interesse social. Isso ajuda o jornalismo a cumprir sua missão de informar com responsabilidade, transparência e compromisso com o interesse público. É exatamente por isso que a alternativa A está correta. No texto do Código, essa prestação de informações é tratada como uma obrigação social, isto é, um dever ligado à cidadania e à transparência, e não como escolha estratégica da instituição ou como algo sigiloso por natureza. Em prova, a banca costuma trocar o foco: em vez de pensar no dever de informar, tenta empurrar termos mais administrativos ou empresariais. Aqui, porém, o ponto central é ético: o fluxo de informação existe para atender à sociedade.