A impressão que utiliza um clichê em baixo relevo é a
- A)digital.
Errada, porque a impressão digital não utiliza clichê físico em baixo relevo, já que a imagem vai direto do arquivo para o suporte.
- B)xilogravura.
Errada, porque a xilogravura é uma técnica de gravura em madeira, não a impressão com clichê em baixo relevo.
- C)flexografia.
Errada, porque a flexografia usa clichês em relevo flexíveis, e não matriz em baixo relevo.
- D)tipográfica.
Errada, porque a tipografia trabalha com alto relevo, isto é, a área que imprime fica saliente.
- E)tampografia.
Certa, porque a tampografia utiliza clichê em baixo relevo e transfere a tinta ao suporte por meio de um tampão de silicone.
Gabarito: E
A questão está cobrando um detalhe clássico de técnicas de impressão: na tampografia, a imagem é gravada em um clichê com áreas em baixo relevo, e a tinta é transferida para a peça por meio de um tampão de silicone. É uma técnica muito usada para imprimir em superfícies irregulares, pequenas ou curvas, como canetas, brindes e peças plásticas. O truque aqui é lembrar que o relevo da matriz fica "afundado", como se a imagem fosse um carimbo ao contrário. Por isso, o gabarito é a alternativa E. O enunciado fala exatamente em "clichê em baixo relevo", que é a marca registrada da tampografia. Primeiro, a tinta ocupa as cavidades do clichê; depois, o tampão pega essa tinta e a deposita no objeto. Simples, eficiente e bem querido na indústria gráfica. As outras técnicas têm outra lógica. Na tipográfica, a impressão ocorre em alto relevo, com a parte que imprime sobressaindo. Na flexografia, a matriz também trabalha em relevo, mas com clichês flexíveis, muito usados em embalagens. Já a xilogravura é um processo artístico de gravura em madeira, e a impressão digital nem usa clichê físico. Se você guardar uma imagem mental rápida, ajuda bastante: baixo relevo com tampão = tampografia. A banca costuma cobrar essas diferenças entre relevo, baixo relevo e processos sem matriz física, então vale decorar o mecanismo de cada um.