São tendências em comunicação interna
- A)digitalização da comunicação interna, intensificação do uso de jornal mural, mensuração de resultados, experiência do colaborador e ampliação da produção de house organs impressos.
Errada, porque aposta em jornal mural e house organs impressos como tendências centrais, o que é mais antigo e menos compatível com a comunicação interna contemporânea.
- B)digitalização da comunicação interna, mensuração de resultados, comunicação dialógica com a liderança, ampliação da produção de house organs impressos e intensificação do uso de jornal mural.
Errada, pois mantém house organs impressos e jornal mural como destaque, ignorando a força atual de canais digitais, experiência do colaborador e influência interna.
- C)digitalização da comunicação interna, intensificação do uso de caixas de sugestões, mensuração de resultados, experiência do colaborador, trabalho remoto, convivência digital e ampliação do uso de jornal mural.
Errada, porque caixas de sugestões e ampliação do jornal mural não representam o núcleo das tendências atuais, que valorizam mais digitalização, diálogo e mensuração.
- D)digitalização da comunicação interna, mensuração de resultados, experiência do colaborador, trabalho remoto e convivência digital, comunicação dialógica com a liderança e influenciadores internos.
Certa, porque reúne os principais vetores atuais da comunicação interna: digitalização, métricas, experiência do colaborador, trabalho remoto, convivência digital, diálogo com a liderança e influenciadores internos.
- E)digitalização da comunicação interna, mensuração de resultados, comunicação dialógica com a liderança, ampliação do uso de newsletters, intensificação do uso de jornal mural e influenciadores internos.
Errada, pois inclui newsletters e jornal mural como se fossem tendências centrais, mas o conjunto fica desalinhado com a ênfase atual em experiência, interação e ambientes digitais.
Gabarito: D
Comunicação interna mudou bastante: saiu o modelo centrado em mural, aviso e boletim impresso como eixo principal, e ganhou espaço uma lógica mais digital, mais interativa e mais voltada à experiência de quem trabalha na organização. Hoje, comunicar internamente não é só informar, mas também engajar, ouvir, medir resultado e criar vínculo. Por isso, aparecem tendências como digitalização, uso de indicadores, diálogo com a liderança, influência de colaboradores e adaptação ao trabalho remoto e à convivência digital. Na prática, isso significa que a empresa tenta conversar com as pessoas onde elas estão, com linguagem mais direta, canais mais ágeis e foco em relacionamento. O colaborador deixa de ser mero receptor e passa a ser parte da estratégia, inclusive como multiplicador da comunicação. É aí que entram a experiência do colaborador e os influenciadores internos, que ajudam a dar vida à mensagem dentro da organização. O gabarito é a letra D porque ela reúne exatamente essas tendências contemporâneas: digitalização da comunicação interna, mensuração de resultados, experiência do colaborador, trabalho remoto e convivência digital, comunicação dialógica com a liderança e influenciadores internos. Esse conjunto está alinhado à literatura atual de comunicação organizacional e interna, que prioriza escuta, interação e efetividade, em vez de formatos mais antigos e unidirecionais. Já os elementos mais tradicionais, como jornal mural e house organs impressos, podem existir, mas não costumam aparecer como tendência principal quando a banca pergunta o cenário atual. A ideia central aqui é simples: comunicação interna moderna não fala apenas para o público interno, ela fala com ele.