Quanto à administração de crises nas organizações, a crise que vai e volta, aparece e desaparece, e repete o fluxo de forma periódica, é classificada como
- A)crônica.
Errada, porque crise crônica é a que se prolonga no tempo, mas não necessariamente com esse vai e volta periódico.
- B)ciclotímica.
Certa, porque a crise ciclotímica é justamente a que reaparece e desaparece em ciclos, de forma repetida.
- C)tempestiva.
Errada, porque tempestiva se relaciona a algo súbito ou oportuno, e não à repetição periódica da crise.
- D)inusitada.
Errada, porque inusitada indica algo inesperado ou surpreendente, não uma crise que retorna em fluxo cíclico.
Gabarito: B
Na administração de crises, a classificação costuma observar o comportamento da crise no tempo. Algumas surgem uma vez e vão embora, outras ficam “cozinhando” por bastante tempo, e há aquelas que retornam em ondas. É justamente esse o caso da crise ciclotímica: ela aparece, desaparece, volta a aparecer e repete esse ciclo de forma periódica. Esse nome ajuda a lembrar a ideia de movimento em ciclos, como uma montanha-russa emocional ou operacional, só que aplicada à organização. Em comunicação, isso exige monitoramento constante, porque o problema não foi resolvido de forma definitiva, apenas entrou em fase de calmaria. Por isso, o gabarito é a letra B. A crise ciclotímica é a que vai e volta, com recorrência periódica. Já as demais alternativas descrevem outros tipos de crise ou não correspondem a essa lógica de repetição cíclica. Em prova, a CESPE/CEBRASPE gosta muito de cobrar esse vocabulário específico da gestão de crise, então vale decorar a associação: ciclotímica = recorrente, em ciclos. Se a crise insiste em voltar, não adianta achar que ela “se aposentou”.