No sistema nervoso central humano, a estrutura do encéfalo que se conecta à medula espinal e que é responsável por regular os batimentos cardíacos e os movimentos respiratórios é o
- A)tálamo.
Errada, porque o tálamo atua principalmente como estação de retransmissão sensorial e motora, não como centro de controle dos batimentos e da respiração.
- B)hipotálamo.
Errada, porque o hipotálamo regula homeostase, fome, sede e temperatura, mas não é a estrutura que se conecta diretamente à medula espinal para esse controle vital específico.
- C)bulbo raquidiano.
Certa, porque o bulbo raquidiano liga o encéfalo à medula espinal e controla funções involuntárias essenciais, como respiração e ritmo cardíaco.
- D)mesencéfalo.
Errada, porque o mesencéfalo participa de reflexos e vias nervosas, mas não é o principal centro regulador dos batimentos cardíacos e dos movimentos respiratórios.
- E)cerebelo.
Errada, porque o cerebelo coordena equilíbrio e precisão dos movimentos, não o comando autonômico da respiração e da frequência cardíaca.
Gabarito: C
No encéfalo, cada parte tem uma função bem organizada, quase como um time em que ninguém quer fazer o trabalho do outro. A questão pede a estrutura que faz ligação com a medula espinal e que controla funções vitais automáticas, como batimentos cardíacos e respiração. Essa estrutura é o bulbo raquidiano, também chamado de medula oblonga, que fica na porção inferior do tronco encefálico. Ele participa de centros nervosos importantes para a sobrevivência, regulando atividades involuntárias essenciais, como frequência cardíaca, movimentos respiratórios, deglutição e reflexos. Por isso, o gabarito é a letra C. Se voce pensou em algo ligado a sensações, coordenação motora ou hormônios, é sinal de que a banca tentou te puxar para outras regiões do encéfalo, mas quem cuida do básico para manter o corpo funcionando é o bulbo. Em concursos, vale lembrar a divisão funcional: o tronco encefálico conecta o encéfalo à medula espinal, e dentro dele o bulbo é o grande responsável pelo controle autonômico vital. Não é um detalhe decorativo da anatomia, é literalmente o setor do "não pode parar".