A sigla ETL, originária do inglês, denota, no contexto da análise e exploração de dados, o processo de
- A)modelagem conceitual, lógica e física.
Errada, porque modelagem conceitual, lógica e física diz respeito ao projeto de banco de dados, não ao processo ETL.
- B)extração, transformação e carga de dados.
Certa, pois ETL significa extração, transformação e carga de dados.
- C)padronização, agregação e limpeza de dados.
Errada, porque padronização, agregação e limpeza podem ocorrer na transformação, mas não representam a sigla ETL.
- D)estruturação, seleção e combinação de dados.
Errada, porque estruturação, seleção e combinação são ideias genéricas de manipulação de dados, sem corresponder ao significado da sigla.
- E)exploração, tratamento e disponibilização de dados.
Errada, porque exploração, tratamento e disponibilização descrevem atividades relacionadas a dados, mas não a definição clássica de ETL.
Gabarito: B
ETL é um dos conceitos mais clássicos em projetos de dados e aparece muito quando se fala em data warehouse, business intelligence e integração de bases. A sigla vem do inglês e significa Extraction, Transformation and Load, ou seja, extração, transformação e carga de dados. Pense assim: primeiro você pega os dados de várias fontes, depois limpa, padroniza e ajusta o que for necessário, e por fim envia tudo para o destino correto. A lógica é bem prática. Na extração, os dados são coletados de sistemas diferentes, que muitas vezes falam idiomas distintos, têm formatos variados e até erros. Na transformação, você “arruma a casa”: trata duplicidades, corrige inconsistências, converte tipos e aplica regras de negócio. Na carga, os dados já tratados são gravados no repositório final, prontos para análise. Por isso o gabarito é a letra B. Ela traz exatamente a sequência consagrada do ETL: extração, transformação e carga de dados. As outras alternativas até parecem próximas do universo de dados, mas não correspondem ao significado da sigla. Em prova, a banca costuma cobrar a expressão em inglês e a ordem correta das etapas, então vale memorizar sem medo: ETL não é modelagem, não é exploração genérica e não é apenas limpeza. Em termos doutrinários de engenharia de dados e BI, ETL é o processo clássico de integração de dados para apoio à análise, especialmente em ambientes analíticos. É um daqueles conceitos que a FGV gosta de cobrar de forma direta, quase sem disfarce.