Tanto no SQL Server como no MySQL, a aplicação do comando drop table T destina-se a:
- A)remover T;
Correta: DROP TABLE elimina a tabela T, removendo sua estrutura e seus dados.
- B)remover todos os índices de T;
Errada: índices podem ser removidos individualmente com DROP INDEX, não com DROP TABLE como efeito principal.
- C)colocar T no estado read only;
Errada: estado read only não é consequência de DROP TABLE; isso envolve permissões ou configurações da base, não exclusão da tabela.
- D)recuperar T a partir de arquivos de backup;
Errada: recuperar tabela de backup é procedimento de restauração, não função do comando DROP TABLE.
- E)desconectar T do banco de dados atual, e transformá-la numa tabela temporária.
Errada: o comando não desconecta nem transforma a tabela em temporária; ele simplesmente a exclui.
Gabarito: A
O comando DROP TABLE é um comando de definição de dados (DDL) usado para eliminar a tabela do banco. Em termos práticos, ele apaga a estrutura da tabela e seus dados, e não apenas “desativa” ou “esconde” o objeto. Então, quando você lê drop table T, pense em remoção da tabela T do banco de dados. É aquele comando que não pede licença: a tabela some junto com o conteúdo dela, salvo se houver mecanismo externo de backup e restauração fora do SQL em si. No MySQL e no SQL Server, a ideia central é a mesma: DROP TABLE serve para excluir a tabela. Isso o diferencia de comandos como TRUNCATE, que remove os dados mas preserva a estrutura, e de ALTER, que modifica a tabela sem apagá-la. A banca gosta de misturar essas funções para ver se você confunde remover a tabela com limpar os registros. Por isso, o gabarito é a letra A. Ela traduz exatamente a finalidade do comando: remover T. As demais alternativas tentam atribuir ao DROP TABLE efeitos que pertencem a outros comandos ou a procedimentos de administração de banco, como backup e recuperação. Em doutrina de SQL, esse é o sentido clássico do DROP: eliminar um objeto do banco, como tabela, índice, view ou database, dependendo do que vier após o verbo.