Numa instalação Oracle 11g, o comando SHUTDOWN para uma instância de banco de dados correntemente ativa, admite as seguintes variações sintáticas, à exceção de uma. Assinale-a
- A)ABORT.
Correta: ABORT é uma das formas válidas de SHUTDOWN no Oracle e encerra a instância de modo abrupto.
- B)DISMOUNT.
Errada: DISMOUNT não é sintaxe de SHUTDOWN, mas sim um estado/fase ligado ao banco, não uma opção de desligamento.
- C)IMMEDIATE.
Correta: IMMEDIATE é uma variação válida de SHUTDOWN e encerra sessões ativas sem aguardar novas ações do usuário.
- D)NORMAL.
Correta: NORMAL é uma variação válida de SHUTDOWN e exige que os usuários saiam antes do encerramento.
- E)TRANSACTIONAL.
Correta: TRANSACTIONAL é uma variação válida de SHUTDOWN e espera o fim das transações em andamento antes de fechar.
Gabarito: B
No Oracle 11g, o comando SHUTDOWN serve para derrubar a instância de forma controlada ou forçada. As variações clássicas são NORMAL, TRANSACTIONAL, IMMEDIATE e ABORT. Em outras palavras: você pode esperar todo mundo sair, encerrar transações em andamento, desconectar na marra ou até abortar a instância sem cerimônia. O Oracle gosta de ordem, mas também tem modos mais bruscos quando a situação pede. O ponto central da questão é simples: DISMOUNT não é uma variação sintática do comando SHUTDOWN. Dismount é um estado da base em que o banco fica desmontado do arquivo de controle, mas isso faz parte da sequência de abertura/fechamento da instância, não de uma opção de shutdown. Por isso, a alternativa B está errada e é a exceção pedida pelo enunciado. Vale guardar a estrutura mental: SHUTDOWN trata do encerramento da instância, e as opções válidas são as que controlam como isso acontece. Se aparecer um termo que lembra estado do banco, como DISMOUNT, desconfie. Em prova da FGV, esse tipo de troca entre comando, estado e fase do banco costuma ser a pegadinha favorita.