No contexto do MariaDB, as opções RESTRICT, CASCADE, SET NULL, NO ACTION, SET DEFAULT aplicam-se ao comando/cláusula do tipo
- A)CONSTRAINT CHECK.
Errada, porque CHECK valida condição de dados, mas não define o que acontece com linhas relacionadas em outra tabela.
- B)CONSTRAINT FOREIGN KEY.
Certa, porque essas ações são usadas nas restrições de chave estrangeira para tratar operações de atualização e exclusão na tabela referenciada.
- C)CONSTRAINT PRIMARY KEY.
Errada, porque PRIMARY KEY identifica unicamente a linha, mas não usa essas ações de cascata ou bloqueio.
- D)CREATE TRIGGER.
Errada, porque trigger é um gatilho de execução automática, não a cláusula que recebe RESTRICT, CASCADE, SET NULL, NO ACTION ou SET DEFAULT.
- E)CREATE VIEW.
Errada, porque view é apenas uma visão lógica de dados e não envolve regras de integridade referencial desse tipo.
Gabarito: B
No MariaDB, essas opções aparecem quando voce cria uma chave estrangeira e quer definir o que acontece se a linha referenciada for atualizada ou apagada. Em outras palavras, o banco precisa saber se vai bloquear a operação, apagar os registros dependentes, colocar NULL ou seguir alguma regra de padrão. Isso é tipico de integridade referencial: a tabela filha depende da tabela pai, então o SGBD precisa decidir o destino desse vínculo. As ações RESTRICT, CASCADE, SET NULL, NO ACTION e SET DEFAULT são justamente as ações ligadas a CONSTRAINT FOREIGN KEY. Elas ficam associadas aos comandos ON DELETE e ON UPDATE, dizendo qual comportamento será adotado quando houver alteração na chave referenciada. Se a linha