No contexto dos bancos de dados Oracle, Index-organized tables são tabelas que:
- A)são armazenadas numa estrutura de índice do tipo B-tree;
Certa: index-organized tables são armazenadas em uma estrutura de índice do tipo B-tree, que funciona como a própria organização física dos dados.
- B)são particionadas fisicamente de acordo com uma partition key;
Errada: isso descreve particionamento físico por chave de partição, e não a definição de IOT.
- C)possuem apenas um índice, sempre do tipo bitmap;
Errada: IOT não implica índice bitmap; na verdade, a ideia central é a estrutura B-tree.
- D)possuem pelo menos uma estrutura de índice associada a cada tabela;
Errada: toda tabela pode ter índices associados, mas isso não caracteriza uma index-organized table.
- E)possuem registros cuja existência depende de outras tabelas.
Errada: isso descreve relação de dependência entre tabelas, como em tabelas filhas, e não IOT.
Gabarito: A
As index-organized tables (IOTs) no Oracle são uma forma de guardar a tabela dentro da própria estrutura de índice, em vez de ter uma tabela “solta” com um índice apontando para ela. Pense nelas como uma tabela que já nasce organizada pela chave primária, em uma estrutura B-tree. Isso melhora o acesso por chave, porque os dados ficam ordenados e próximos do próprio índice, reduzindo etapas de leitura. O ponto central aqui é simples: em uma IOT, os dados da tabela ficam armazenados em uma B-tree, isto é, o índice não é só um “mapa” para os dados, ele vira a própria organização física da tabela. Por isso, a alternativa correta é a que fala em estrutura de índice do tipo B-tree. Essa ideia é clássica na documentação da Oracle: IOTs armazenam as linhas na ordem da primary key, com o conteúdo da tabela residente no índice. Então, se a questão tentar fazer você pensar em bitmap, particionamento ou dependência de outras tabelas, é sinal de distração de prova. Aqui o truque é lembrar que a tabela e o índice praticamente se fundem.