A maioria das aplicações de banco de dados possui certas restrições de integridade que devem ser mantidas para os dados. Um SGBD deverá oferecer capacidades para definir e impor essas restrições. NÃO se trata de um modelo de restrição de integridade:
- A)Restrição de integridade de chave.
Correta, pois a integridade de chave impede duplicidade de identificadores e garante unicidade.
- B)Restrição de integridade semântica.
Correta, porque a integridade semântica valida regras de negócio e significado dos dados.
- C)Restrição de integridade de referencial.
Correta, já que a integridade referencial assegura que as referências entre tabelas sejam válidas.
- D)Restrição de integridade de relacionamento.
Errada, porque "integridade de relacionamento" não é uma classificação clássica de restrição de integridade em SGBD.
Gabarito: D
Em Banco de Dados, restrições de integridade são regras usadas para manter os dados coerentes e evitar inconsistências. O SGBD precisa permitir que você defina e faça cumprir essas regras, como impedir chave repetida, evitar referência para registro inexistente e validar valores dentro de limites aceitáveis. Na doutrina clássica de SGBD, aparecem com frequência as restrições de chave, de integridade referencial, de domínio e as chamadas restrições semânticas, que dependem da regra de negócio. A restrição de chave garante que um identificador não se repita indevidamente. A integridade referencial impede que uma tabela aponte para dados que não existem em outra. Já a integridade semântica está ligada ao significado dos dados e às regras específicas da aplicação, como idade mínima ou saldo não negativo. Perceba que todas essas fazem sentido como categorias de restrição de integridade. O ponto da questão está em notar que "restrição de integridade de relacionamento" não é uma classificação consagrada como as outras. Em geral, o relacionamento entre tabelas é tratado pela integridade referencial, não como um tipo separado de restrição. Por isso, a alternativa D é a incorreta e fica como gabarito. Então, se a banca trocar o nome ou tentar inventar uma categoria com cara de "conceito bonito", desconfie. Em prova, o caminho seguro é lembrar dos pilares clássicos: chave, referencial, domínio e semântica, que são os nomes que realmente aparecem na teoria de SGBD.