A implementação de Banco de Dados requer a criação de diversos objetos, seja pelo Administrador do Banco de Dados (DBA) ou de um outro usuário que detenha privilégios para realizar tal procedimento. São exemplos de objetos criados por ocasião da implementação do banco de dados:
- A)Domínios, Arrays e vetores.
Errada, porque domínios existem em alguns modelos/DBMS, mas arrays e vetores não são objetos típicos de implementação de banco de dados relacional.
- B)Visões (Views), Arrays e matrizes.
Errada, porque visões podem existir como objetos do banco, mas arrays e matrizes remetem a estruturas de programação, não a objetos clássicos do SGBD.
- C)Tabelas, visões (Views) e vetores.
Errada, porque tabelas e visões são objetos de banco, mas vetores não compõem essa lista de objetos de implementação.
- D)Chaves primárias, matrizes e domínios.
Errada, porque chaves primárias e domínios podem aparecer na modelagem, mas matrizes não são objetos de banco de dados.
- E)Tabelas, chaves primárias e chaves estrangeiras.
Certa, porque tabelas, chaves primárias e chaves estrangeiras são objetos e restrições essenciais na implementação de um banco relacional.
Gabarito: E
Na implementação de um banco de dados, você cria objetos que vão permitir armazenar, organizar e garantir a consistência dos dados. Entre os objetos mais clássicos estão as tabelas, onde os registros ficam guardados, e também as restrições de integridade, como chaves primárias e chaves estrangeiras. Isso não é enfeite de SGBD: são peças básicas para o banco funcionar direito. A tabela é o coração do esquema relacional, porque é nela que os dados são efetivamente gravados. Já a chave primária identifica cada linha de forma única, evitando duplicidade, e a chave estrangeira liga uma tabela a outra, mantendo a integridade referencial. Em outras palavras: uma tabela não deve ficar “solta”, e o banco precisa saber quem é quem e quem se relaciona com quem. Por isso, o gabarito é a letra E. Ela reúne exatamente objetos típicos da modelagem e implementação de um banco relacional: tabelas, chave primária e chave estrangeira. Em doutrina de Banco de Dados, esses elementos compõem a estrutura lógica do banco e são criados na fase de definição do esquema. Em provas, a banca costuma tratar essas restrições como objetos do banco, ao lado das tabelas e demais elementos do esquema. As demais alternativas trazem itens que não são objetos usuais nessa implementação, como arrays, vetores e matrizes, que são estruturas de programação, não objetos típicos de banco de dados relacional. Então, quando aparecer questão sobre objetos criados na montagem do banco, pense no trio básico: estrutura, identificação e relacionamento.