Na modelagem conceitual de dados, utilizando a abordagem Entidade-Relacionamento, são encontrados alguns padrões de relacionamentos. Trata-se do padrão de relacionamento que envolve conexões entre membros de um mesmo conjunto e que, às vezes, é chamado de relacionamento reflexivo:
- A)Agregação.
Errada, porque agregação é um mecanismo para tratar um relacionamento como uma entidade em níveis mais altos de modelagem, não um relacionamento dentro do mesmo conjunto.
- B)Cardinalidade.
Errada, porque cardinalidade indica quantas ocorrências participam do relacionamento, e não o tipo de relacionamento reflexivo.
- C)Generalização.
Errada, porque generalização é a relação do tipo superclasse-subclasse, usada para representar herança de características.
- D)Especialização.
Errada, porque especialização é o processo inverso da generalização, separando uma entidade em subconjuntos mais específicos.
- E)Autorrelacionamento (unário).
Certa, porque autorrelacionamento, ou relacionamento unário, ocorre quando a entidade se relaciona com ela mesma.
Gabarito: E
Na modelagem Entidade-Relacionamento, alguns relacionamentos ligam uma entidade a ela mesma. Isso acontece quando membros do mesmo conjunto se relacionam entre si, como um funcionário que supervisiona outro funcionário, ou uma peça que é composta por outras peças do mesmo tipo. Esse padrão é conhecido como relacionamento reflexivo, ou autorrelacionamento. O nome pode variar um pouco nos livros, mas a ideia é sempre a mesma: a entidade participa do relacionamento em dois papéis diferentes, mesmo sendo o mesmo conjunto de entidades. Em diagramas ER, isso costuma ser desenhado com uma ligação da entidade para ela mesma, deixando claro que há papéis distintos, como gerente e subordinado, pai e filho, parte e composto. Por isso o gabarito é a letra E. O termo técnico mais usado é autorrelacionamento, também chamado de relacionamento unário, porque envolve apenas um conjunto de entidades. Não é agregação, nem cardinalidade, nem generalização/especialização, que tratam de outros aspectos do modelo conceitual. Em provas de banca, vale guardar a regra de ouro: se a relação acontece dentro do mesmo conjunto de entidades, pense em relacionamento reflexivo ou unário. É aquele tipo de questão em que a banca tenta embaralhar os nomes bonitos, mas a ideia central é simples.