A fase do CRISP-DM em que se dá a aplicação das técnicas de mineração de dados propriamente ditas é denominada
- A)preparação dos dados.
Errada, porque preparação dos dados serve para limpar e transformar os dados, não para aplicar diretamente as técnicas de mineração.
- B)entendimento dos dados.
Errada, porque entendimento dos dados é a etapa de exploração e familiarização com a base, antes da construção do modelo.
- C)implantação.
Errada, porque implantação acontece depois da modelagem e da avaliação, quando o resultado é colocado em uso.
- D)modelagem.
Certa, porque na fase de modelagem é que as técnicas de mineração de dados são efetivamente aplicadas.
- E)avaliação.
Errada, porque avaliação verifica se o modelo atende aos objetivos e faz sentido, mas não é a fase de aplicação das técnicas.
Gabarito: D
No CRISP-DM, o processo de mineração de dados é dividido em fases bem conhecidas: entendimento do negócio, entendimento dos dados, preparação dos dados, modelagem, avaliação e implantação. Se você decorar essa sequência, metade da batalha já está ganha. A fase em que as técnicas de mineração são realmente aplicadas, isto é, onde você escolhe algoritmos, treina modelos e ajusta parâmetros, é a modelagem. É o momento de colocar a mão na massa e deixar os dados “conversarem” com o método. Na preparação dos dados, você ainda está arrumando a casa: limpando, tratando valores ausentes, selecionando variáveis e transformando atributos. No entendimento dos dados, o foco é explorar e conhecer o que existe, sem ainda construir o modelo de fato. Já a modelagem é o núcleo técnico da mineração, porque aqui entram classificação, regressão, clusterização, regras de associação e outras técnicas. Por isso, o gabarito é a letra D. Em linguagem simples: antes você organiza e entende os dados; depois você treina o modelo. A banca costuma cobrar essa distinção com bastante carinho, porque a ordem das fases é o tipo de detalhe que derruba quem lê rápido demais.