Na modelagem de dados, o objeto que representa uma entidade do mundo real e contém atributos para descrever suas características é
- A)a visão.
Errada, porque visão é uma representação derivada dos dados, não o objeto que representa uma entidade do mundo real.
- B)a função.
Errada, porque função é um objeto de programação ou de manipulação de dados, não a estrutura que guarda atributos de uma entidade.
- C)a chave estrangeira.
Errada, porque chave estrangeira é um campo usado para relacionar tabelas, não para representar a entidade em si.
- D)o procedimento.
Errada, porque procedimento é um bloco de comandos, não um objeto de modelagem de dados com atributos.
- E)a tabela.
Certa, porque a tabela representa a entidade no banco relacional e reúne seus atributos em colunas.
Gabarito: E
Na modelagem de dados, você precisa pensar primeiro no mundo real: pessoas, objetos, eventos e suas características. A ideia central é transformar isso em uma estrutura organizada no banco, e o nome mais comum dessa estrutura é a tabela. Ela funciona como um recipiente para guardar os dados de uma entidade, com colunas representando os atributos. Pense assim: se a entidade for "Aluno", os atributos podem ser nome, matrícula e data de nascimento. No banco relacional, isso normalmente vira uma tabela chamada ALUNO, com cada atributo em uma coluna e cada registro em uma linha. É a tradução prática da entidade do mundo real para o modelo físico lógico do banco. Por isso o gabarito é a letra E. A tabela é o objeto que representa a entidade e contém os atributos que a descrevem. Esse é o vocabulário básico do modelo relacional, amplamente consolidado na doutrina de bancos de dados: entidade no modelo conceitual, tabela no modelo relacional, atributos nas colunas. As outras alternativas confundem conceitos de banco de dados com objetos de programação ou com elementos específicos do modelo relacional. A banca adora esse tipo de troca de rótulo, então vale guardar a associação: entidade -> tabela, atributo -> coluna, registro -> linha.