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Atualidades · FGV · 2024

Questão comentada de Atualidades

Em maio de 2023, o governo federal anunciou a Carteira de Identidade Nacional (CIN), documento que deverá substituir o Registro Geral (RG). O novo documento tem versão digital, mecanismos como um QR Code para facilitar checagem, validade de dez anos e reúne em um único número todas as informações de identificação do cidadão junto aos órgãos públicos. Assinale a opção que melhor apresenta uma vantagem, para o governo, da adoção do novo documento.

Gabarito: D

A Carteira de Identidade Nacional (CIN) surgiu para padronizar a identificação do cidadão no país, substituindo aos poucos o antigo RG. A ideia central é simples: em vez de cada estado ter um documento com numeração diferente, passa a existir um número único, ligado ao CPF, o que facilita a vida do governo na hora de cruzar informações. Na prática, isso ajuda a integrar bases de dados de vários órgãos públicos. Quando o cadastro fica unificado, fica mais fácil localizar inconsistências, reduzir duplicidades e evitar fraudes. Ou seja, o ganho principal para o governo não é estético nem publicitário, mas administrativo e de controle. É por isso que a alternativa D é a melhor. Ela aponta exatamente a lógica da CIN: unificação da identificação por meio do CPF, com integração de dados entre serviços públicos e maior segurança cadastral. Esse é o núcleo da medida anunciada em 2023 pelo governo federal. Como referência jurídica, a implantação da CIN foi disciplinada pelo Decreto nº 10.977/2022, que regulamenta a Carteira de Identidade Nacional e prevê o CPF como número único de identificação. Então, se a questão falar em integração, padronização e combate a fraudes, acenda o alerta positivo: é a cara da CIN.

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