Chegada da BYD no Brasil derruba preços dos carros elétricos A recente chegada do BYD Dolphin, um dos veículos elétricos mais acessíveis da chinesa BYD, parece ter causado um impacto significativo no mercado brasileiro de carros elétricos. Isso porque a acessibilidade do veículo comparado a outros fez com que houvesse uma queda nos preços dos carros no país, com a Caoa Chery liderando a corrida ao reduzir o preço do seu iCar em até R$ 20.000. (Disponível em: https://mundoconectado.com.br/noticias/v/35934/chegada-da-byd-no-brasil-derruba-precos-dos-carros-eletricos.) Os carros elétricos, muito mais do que uma realidade esporádica, tem se expandido bastante no mercado atualmente, uma vez que
- A)a fabricação de gás carbônico foi literalmente eliminada nesse tipo de carro, gerando O% de poluição.
Errada, porque carros elétricos não eliminam literalmente toda a emissão de gases de efeito estufa, já que há impactos na produção e no ciclo de energia.
- B)a geração do CO² é bem reduzida durante a vida útil do automóvel elétrico, o que é bem visto nos tempos atuais.
Certa, porque a emissão de CO2 ao longo do uso do veículo elétrico tende a ser bem menor do que a dos carros movidos a combustíveis fósseis.
- C)apesar de terem mecanismos que fazem mais barulho que os carros comuns, compensam no quesito durabilidade.
Errada, porque carros elétricos costumam ser mais silenciosos do que carros comuns e o ganho principal não é durabilidade, mas redução de emissões no uso.
- D)embora a manutenção e o abastecimento sejam percentualmente mais caros, o desempenho dos carros elétricos é suficientemente melhor.
Errada, porque a manutenção e o abastecimento dos carros elétricos não são, em regra, percentualmente mais caros; além disso, a justificativa apresentada não corresponde ao principal motivo de expansão.
Gabarito: B
Os carros elétricos ganharam espaço porque prometem uma mobilidade mais limpa e mais eficiente. No dia a dia, eles não usam combustão para se mover, então não há emissão direta de gases poluentes pelo escapamento, como ocorre nos carros a gasolina ou etanol. Isso ajuda muito na redução da poluição urbana e também no debate climático. Mas atenção: dizer que eles “zeram” a poluição é exagero. A conta ambiental é mais complexa, porque a energia usada para recarregar o carro pode vir de fontes diferentes, e a produção da bateria também tem impacto. Mesmo assim, ao longo da vida útil do veículo, a geração de CO2 tende a ser bem menor do que a de um automóvel convencional, especialmente quando a matriz elétrica é mais limpa. É exatamente isso que torna a alternativa B correta: ela fala em redução da geração de CO2 durante a vida útil do automóvel elétrico, o que está alinhado com a vantagem ambiental mais conhecida desses veículos. Em temas de Atualidades e sustentabilidade, a banca costuma cobrar essa ideia central: menos emissão no uso, ainda que existam impactos na fabricação e na energia consumida. Então, se você viu uma frase com tom de “impacto ambiental menor, mas sem milagres”, desconfiando do exagero, você já está no caminho certo. Em prova, sustentabilidade raramente é preto no branco: quase sempre há vantagem, mas com ressalvas.