Os cinco pontos da nova arquitetura moderna, propostos por Le Corbusier, são:
- A)planta livre, pilotis, terraço jardim, fachada livre e janela em fita.
Correta: traz exatamente os cinco pontos de Le Corbusier - planta livre, pilotis, terraço jardim, fachada livre e janela em fita.
- B)pilotis, lajes planas, terraço jardim, janela em fita e pintura branca.
Errada: troca a planta livre por lajes planas e acrescenta pintura branca, que não faz parte da formulação dos cinco pontos.
- C)terraço jardim, simetria, estrutura metálica, pilotis e fachada livre.
Errada: inclui simetria e estrutura metálica, mas os cinco pontos modernos de Le Corbusier seguem outra lista bem específica.
- D)circulação reta, pilotis, regra de ouro, vazios internos e planta livre.
Errada: mistura expressões genéricas como circulação reta, regra de ouro e vazios internos, que não correspondem aos cinco pontos.
- E)afastamentos laterais, planta livre, pilotis, terraços jardins e janelas retas.
Errada: traz afastamentos laterais e janelas retas, que são termos de implantação e linguagem geral, não os cinco pontos corbusianos.
Gabarito: A
Os cinco pontos da nova arquitetura, propostos por Le Corbusier, são quase um “pacote” da arquitetura moderna: pilotis, planta livre, fachada livre, janela em fita e terraço jardim. A ideia era liberar o térreo, organizar o interior com mais flexibilidade, soltar a fachada da estrutura e abrir grandes faixas horizontais de vidro, além de devolver a cobertura à cidade como área útil. Parece simples, mas isso virou uma virada histórica no jeito de projetar no século XX. O gabarito está na alternativa A porque ela reúne exatamente esses cinco elementos clássicos. Pilotis sustentam o edifício e liberam o solo; planta livre permite divisões internas sem depender de paredes estruturais; terraço jardim aproveita a laje de cobertura; fachada livre separa a estrutura da pele externa; e janela em fita alonga a abertura horizontal, reforçando a estética moderna e a iluminação natural. Esse conjunto foi divulgado por Le Corbusier em obras e textos da década de 1920, especialmente em "Vers une architecture", e ficou como referência obrigatória da arquitetura moderna. Em prova, quando aparecer “cinco pontos”, pense nessa lista quase como uma senha: se faltar um item ou entrar um elemento decorativo demais, desconfie. Resumo para não escorregar: não são “cinco coisas bonitas da modernidade”, mas um programa arquitetônico bem específico. A banca adora trocar um item por outro parecido, só para ver se voce está mesmo atento ao vocabulário corbusiano.