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Arquitetura e Urbanismo · OBJETIVA · 2025

Questão comentada de Arquitetura e Urbanismo

Nas instalações prediais de esgoto sanitário, o fluxo natural ocorre por meio da gravidade. Desta maneira, deve haver uma declividade mínima na tubulação para o escoamento correto do esgoto, evitando entupimento ou refluxo. Qual é a CORRETA relação entre diâmetro e declividade para as tubulações de esgoto?

Gabarito: C

Nas instalações prediais de esgoto sanitário, o escoamento acontece por gravidade, então a tubulação precisa ter declividade suficiente para a água levar os sólidos junto. Se a inclinação for pequena demais, o material se deposita e aumenta o risco de entupimento; se for exagerada, a água passa rápido e pode deixar os sólidos para trás, o que também não é bom. Por isso, as normas de projeto, como a ABNT NBR 8160, trabalham com declividades mínimas conforme o diâmetro nominal da tubulação. Em termos práticos, quanto maior o diâmetro, menor pode ser a declividade mínima adotada, porque a seção já favorece o transporte do esgoto. É a lógica do equilíbrio: nem ladeira de menos, nem rampa demais. Na questão, a alternativa C está correta porque indica declividade mínima de 1% para DN igual ou superior a 100 mm, que é a relação usual prevista para tubulações maiores. Ou seja, para esse diâmetro, a inclinação mínima suficiente para garantir o escoamento por gravidade é de 1%. As demais alternativas misturam "mínima" com "máxima" ou trocam o diâmetro de referência, o que costuma ser a armadilha clássica da banca. Aqui, o segredo é lembrar que esgoto não é para correr em pista de Fórmula 1: precisa de declividade adequada, mas dentro do padrão normativo.

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