O rádio-operador, em uma situação normal de operação, utiliza o rádio como instrumento para estabelecer ligação entre
- A)cidadão e ambulância.
Errada, porque o rádio-operador não se limita à comunicação entre cidadão e ambulância em operação normal.
- B)cidadão e hospital.
Errada, porque a comunicação com o hospital não é o foco dessa função na situação descrita.
- C)central de regulação e cidadão.
Errada, porque faltam a ambulância e a ocorrência, que também fazem parte da cadeia de comunicação.
- D)cidadão, central de regulação e ambulância.
Errada, porque inclui cidadão e ambulância, mas deixa de fora a central de regulação e a própria ocorrência.
- E)central de regulação, ambulância e ocorrência.
Certa, porque o rádio faz a ligação entre central de regulação, ambulância e ocorrência, que são os elementos da operação normal.
Gabarito: E
Em serviços de atendimento pré-hospitalar e rádio de emergência, o rádio-operador não fala só com uma pessoa ou só com a ambulância: ele é a ponte da comunicação operacional. Em situação normal, o rádio é usado para coordenar a central de regulação, a ambulância/equipe em campo e também a ocorrência, ou seja, o evento que está sendo atendido. É a lógica do fluxo: a central decide, a ambulância executa e a ocorrência fornece o contexto da missão. Por isso, a alternativa correta é a que reúne esses três pontos de contato. Se você pensa em comunicação de emergência, imagine um triângulo de trabalho: quem regula, quem atende e o que está acontecendo no local. O rádio-operador serve para manter esse circuito funcionando sem ruído, atraso ou desencontro de informação. Esse raciocínio é compatível com a organização típica do atendimento móvel de urgência prevista nas normas do SAMU e da Portaria GM/MS nº 2.048/2002, que estruturam a regulação, o despacho e a comunicação entre central, unidade móvel e cenário da ocorrência. Em prova, a banca costuma testar justamente essa função integrada do rádio, e não uma ligação isolada entre dois atores.