O administrador de um servidor web configurado com sistema operacional Linux necessita economizar espaço em disco para ler arquivos que foram previamente compactados com gzip, sem descompactá-los. O comando que ele deverá utilizar é o
- A)tar.
tar é usado para agrupar e extrair arquivos, podendo até lidar com compressão, mas não é o comando típico para ler um .gz sem descompactar.
- B)grep.
grep serve para શોધar padrões em texto, não para exibir o conteúdo descompactado de arquivos gzip.
- C)zcat.
zcat é o comando correto, pois mostra o conteúdo de arquivos compactados com gzip sem criar a descompactação no disco.
- D)touch.
touch cria arquivos vazios ou atualiza timestamps, sem relação com leitura ou descompressão.
- E)expnd.
expnd não é um comando padrão do Linux para esse fim, então não resolve a leitura de arquivos gzip.
Gabarito: C
Quando o arquivo já está compactado com gzip e você quer apenas ler seu conteúdo sem descompactar de fato no disco, o comando certo é o que mostra o conteúdo direto na tela. No Linux, isso é exatamente o papel do zcat: ele lê arquivos .gz e exibe o texto descompactado na saída padrão, economizando espaço e evitando criar uma cópia extra no armazenamento. Pense assim: o arquivo continua compactado no disco, mas você consegue enxergá-lo como se estivesse aberto. Isso é muito útil em servidores web e em rotinas de manutenção, porque você consulta logs e textos comprimidos sem “inflar” o sistema com arquivos temporários. A lógica da questão está aí: o administrador quer economizar espaço e ler arquivos previamente compactados com gzip, sem descompactá-los. O zcat faz exatamente isso. Em termos práticos, ele funciona como um cat para arquivos gzip, jogando o conteúdo descompactado na tela. FGV adora trocar comandos parecidos para ver se você confunde leitura, compactação e manipulação de arquivos. Aqui não há mistério: como a necessidade é apenas visualizar o conteúdo de um .gz, o comando adequado é zcat.