Assinale a alternativa que descreve corretamente o utilitário utilizado exclusivamente no Linux para criar partições e segregação de blocos de dados de disco.
- A)fdisk
Certa: o fdisk é o utilitário tradicional do Linux para criar e gerenciar partições de disco.
- B)mkfs
Errada: mkfs cria sistema de arquivos, não faz particionamento do disco.
- C)mount
Errada: mount monta uma partição já pronta no diretório do sistema, não cria partições.
- D)lsblk
Errada: lsblk apenas lista discos, partições e pontos de montagem, sem alterar a estrutura.
- E)blkid
Errada: blkid identifica atributos de blocos, como UUID e tipo de filesystem, mas não particiona.
Gabarito: A
Quando a questão fala em criar partições e separar blocos de dados do disco, pense no utilitário de particionamento do Linux. O comando clássico para isso é o fdisk, usado para manipular a tabela de partições de discos do tipo MBR e, em muitos cenários, ainda aparece em provas como a ferramenta associada à divisão do disco em áreas distintas. Em termos práticos, particionar é organizar o disco em “pedaços” independentes para facilitar instalação, uso e administração do sistema. É uma etapa anterior ao uso do sistema de arquivos: primeiro você define a partição, depois, se for o caso, formata com um sistema de arquivos. É aqui que o fdisk entra na história, fazendo o papel de ferramenta de particionamento. A alternativa A está correta porque o fdisk é o utilitário ligado à criação e gerenciamento de partições. Já mkfs serve para criar sistema de arquivos dentro de uma partição, mount para montar o sistema de arquivos, lsblk para listar blocos/dispositivos e blkid para identificar UUID e tipo de filesystem. Ou seja: cada um tem sua função, mas só um deles faz a “fatiagem” do disco. Em prova, a dica é simples: particionamento lembra fdisk; formatação lembra mkfs; acesso ao conteúdo lembra mount. Se você guardar essa sequência, a banca perde a graça.