Em um ambiente computacional com o sistema operacional Linux em funcionamento, a opção que caracteriza corretamente a função do comando sudo é
- A)realizar o gerenciamento de permissões de contas de usuário.
Errada, porque o sudo não gerencia permissões de contas; ele apenas autoriza a execução temporária de comandos com privilégios elevados.
- B)efetuar elevação de privilégios para execução de comandos como super usuário, ou outro usuário.
Certa, porque o sudo permite elevar privilégios para executar comandos como root ou até como outro usuário, conforme a configuração.
- C)remover arquivos de softwares após sua instalação.
Errada, pois remoção de arquivos de software após instalação não é função do sudo, mas de comandos de desinstalação ou gerenciamento de pacotes.
- D)configurar idiomas do teclado após a instalação do sistema operacional.
Errada, porque configurar idioma de teclado é uma tarefa de configuração do sistema, sem relação com a função do sudo.
- E)buscar atualizações do sistema operacional no repositório de softwares.
Errada, pois buscar atualizações em repositórios é tarefa de gerenciadores de pacotes, não do comando sudo.
Gabarito: B
No Linux, o comando sudo é um atalho para executar um comando com privilégios mais altos do que os do usuário atual, geralmente como root. A ideia é simples: você continua logado com seu usuário normal, mas pode pedir uma “autorização extra” para tarefas administrativas, como instalar programas, alterar configurações do sistema ou mexer em arquivos protegidos. Isso melhora a segurança, porque evita que você trabalhe o tempo todo como superusuário. Na prática, o sudo também pode permitir a execução como outro usuário, não apenas como root, desde que isso esteja autorizado na configuração do sistema. Por isso, a descrição da alternativa B está correta: ele faz a elevação de privilégios para executar comandos como superusuário ou outro usuário. As demais alternativas falam de funções de outros comandos ou de tarefas do sistema que não têm relação com o sudo. Em prova, lembre desta lógica: sudo não “faz manutenção”, não “remove sobras”, não “configura teclado” e não “procura atualização”. Ele só concede privilégio para executar comandos, e pronto, sem glamour, mas com bastante utilidade. Como referência doutrinária, a documentação do sudo e práticas administrativas do Linux tratam esse comando como mecanismo de execução privilegiada controlada por política de permissões, frequentemente via arquivo sudoers.