No contexto dos sistemas operacionais modernos, swapping consiste em
- A)subdividir a memória física em pequenas partições para permitir uma utilização mais eficiente.
Errada: isso descreve particionamento da memória física, não swapping.
- B)reordenar o espaço de armazenamento, fazendo com que todo arquivo esteja armazenado de forma contígua.
Errada: isso se relaciona à organização contígua de arquivos em armazenamento, não à troca de processos entre RAM e disco.
- C)mover dados para uma área de trabalho temporária para um programa externo acessar para processá-lo em tempo futuro.
Errada: a ideia está mais ligada a área temporária de trabalho, mas não define swapping em sistemas operacionais.
- D)forçar o núcleo do processador a operar numa frequência mais alta do que a especificada pelo fabricante.
Errada: isso trata de overclock do processador, que não tem relação com gerência de memória.
- E)trazer cada processo em sua totalidade para memória RAM, executá-lo por um tempo e então colocá-lo de volta no disco.
Certa: define o swapping como trazer o processo inteiro para a RAM, executá-lo e depois colocá-lo de volta no disco.
Gabarito: E
Swapping é uma técnica clássica de gerência de memória em que o sistema operacional retira um processo da RAM e o leva para o disco, liberando espaço temporariamente. Depois, quando for conveniente, ele traz esse processo de volta para a memória principal para continuar sua execução. Pense como trocar gente de sala para caber melhor: ninguém foi embora para sempre, só saiu e voltou depois. Na prática, o objetivo do swapping é aumentar a multiprogramação e permitir que o sistema lide melhor com a pressão por memória. Ele aparece em livros de Sistemas Operacionais como uma forma de gerenciamento de processos e memória secundária, ligado ao armazenamento temporário de imagens de processos no disco. Não é o mesmo que paginação, embora ambos envolvam memória principal e secundária. Por isso, o gabarito é a alternativa E. Ela descreve exatamente a ideia de trazer o processo inteiro para a RAM, executá-lo e depois devolvê-lo ao disco. Isso é swapping no sentido clássico: o processo vai e volta como um visitante educado, não fica morando de vez na memória. As outras opções falam de fragmentação da memória, organização de arquivos, área temporária para processamento e overclock do processador, que são temas diferentes. Em prova, a palavra-chave aqui é processo inteiro indo para o disco e retornando depois, e não partes isoladas nem arquivos.