Observe a linha de comando para um sistema Linux tar xzf myfile.tar.gz A ação realizada pela sua execução é:
- A)criar o arquivo de backup myfile.tar.gz;
Errada, porque o comando não cria um backup; ele extrai o conteúdo de um arquivo já existente.
- B)descompactar o arquivo myfile.tar.gz no diretório corrente;
Certa, porque "tar xzf" extrai o conteúdo de um arquivo .tar.gz no diretório corrente.
- C)habilitar a execução do arquivo myfile.tar.gz;
Errada, pois o comando não altera permissão de execução de arquivo.
- D)executar o arquivo myfile.tar.gz com permissão temporária;
Errada, porque não há execução de programa, apenas descompactação/extracao do arquivo.
- E)apagar o conteúdo do arquivo myfile.tar.gz.
Errada, já que o comando não apaga conteúdo, e sim recupera os arquivos do pacote compactado.
Gabarito: B
No Linux, o comando tar serve para empacotar e desempacotar arquivos, e as letras que acompanham o comando dizem exatamente o que ele vai fazer. No caso de "tar xzf myfile.tar.gz", o "x" indica extrair, o "z" diz que o arquivo está compactado com gzip, e o "f" informa que o próximo argumento é o nome do arquivo a ser manipulado. Ou seja, o sistema vai pegar o conteúdo de "myfile.tar.gz" e descompactar/extrair tudo para o diretório corrente, sem criar um novo backup nem executar programa algum. É uma combinação bem clássica em provas: "tar" cuida do arquivo .tar, e o "-z" entra porque o pacote veio com gzip. Em linguagem simples, você está abrindo o pacote e jogando os itens na pasta onde você está no terminal. Se a banca quiser ser precisa, o efeito é extrair o conteúdo do arquivo compactado no diretório atual. Por isso o gabarito é a letra B. As outras alternativas tentam confundir você com ideia de criar, executar ou apagar, mas o comando não faz nada disso. Aqui ele só desfaz a compactação e a estrutura do arquivo arquivado.