O comando chmod, no Linux, é empregado para alterar as permissões de acesso a arquivos e diretórios, permitindo, assim, maior controle sobre quem pode ler, gravar ou executar determinados recursos no sistema. Ele utiliza uma combinação de símbolos (r, w, x) ou valores numéricos (como 755 ou 644) para definir permissões para o proprietário do arquivo, o grupo associado e outros usuários. Sobre o comando chmod, qual alternativa transforma um arquivo em executável no Linux:
- A)chmod -x
Errada, porque chmod -x remove a permissão de execução em vez de concedê-la.
- B)chmod +r
Errada, porque chmod +r adiciona permissão de leitura, não de execução.
- C)chmod +x
Certa, porque chmod +x adiciona a permissão de execução ao arquivo.
- D)chmod +w
Errada, porque chmod +w adiciona permissão de escrita, não torna o arquivo executável.
Gabarito: C
O comando chmod serve para alterar as permissões de arquivos e diretórios no Linux. Em vez de mexer no conteúdo do arquivo, ele mexe no que pode ser feito com ele: ler (r), gravar (w) e executar (x). É o clássico controle de acesso do sistema, separando o que o dono, o grupo e os demais usuários podem fazer. Quando você quer transformar um arquivo em executável, precisa adicionar a permissão de execução. No modo simbólico, isso é feito com o sinal de adição junto da letra x, como em chmod +x. Na prática, você está dizendo ao sistema: este arquivo agora pode ser executado, desde que o contexto permita. As outras opções mudam permissões diferentes: r libera leitura, w libera escrita e -x remove a execução. Então, se a ideia é tornar um arquivo executável, o caminho certo é adicionar o x, não tirar nem trocar por leitura ou escrita. Esse é um conteúdo bem básico de Linux e muito cobrado em prova, porque permissionamento é um dos pilares do sistema. A alternativa C está correta exatamente porque o símbolo x representa execução, e o sinal + indica inclusão dessa permissão.