Considerando que computação Serverless é um paradigma para computação em nuvem que permite funções serem implementadas e executadas de modo escalável, são consideradas características desse paradigma, EXCETO:
- A)O desenvolvedor apenas escreve e implanta o código (função), deixando o provedor responsável pela infraestrutura.
Certa, porque no Serverless o desenvolvedor foca em escrever e implantar a função, enquanto o provedor cuida da infraestrutura.
- B)O desenvolvedor precisa subir novos contêineres, caso a demanda do uso de recursos aumente. Em caso de baixa demanda, recursos são desperdiçados.
Errada, porque isso descreve um cenário com escalonamento manual e desperdício de recursos, o oposto do Serverless.
- C)Adota o modelo FaaS (Function as a Service), no qual serviços são escritos como funções individuais que podem ser gerenciadas separadamente sobre contêineres.
Certa, pois Serverless normalmente usa FaaS, com funções independentes executadas sob gerenciamento do provedor.
- D)Baseia-se em eventos, ou seja, uma função implantada pelo desenvolvedor é executada apenas quando a resposta de um evento ocorre no sistema (como por exemplo: triggers de banco de dados e requisições HTTP).
Certa, porque o modelo é orientado a eventos e dispara funções somente quando um gatilho ocorre.
Gabarito: B
Computação Serverless é um modelo em que voce foca no código e deixa a nuvem cuidar do resto: servidor, escalabilidade, manutenção e, em muitos casos, até o provisionamento automático. A ideia central é simples e bonita para prova: voce escreve a função, publica, e o provedor executa sob demanda, cobrando geralmente pelo uso efetivo. Esse paradigma costuma aparecer em forma de FaaS (Function as a Service), em que pequenas funções são disparadas por eventos. Assim, uma requisição HTTP, uma alteração em banco ou um evento em fila podem acionar a execução sem que voce precise ficar gerenciando máquinas o tempo todo. Isso combina bem com sistemas elásticos e com cargas variáveis. A banca quer que voce reconheça a essência do Serverless: menos gestão de infraestrutura e mais automação do provedor. Se a alternativa fala que o desenvolvedor precisa subir contêineres conforme a demanda aumenta e que, na baixa demanda, recursos ficam desperdiçados, isso descreve justamente o oposto do modelo Serverless, mais próximo de uma abordagem tradicional com provisionamento manual ou mal dimensionado. Então o gabarito é B porque ela contradiz a lógica do Serverless. Em vez de a nuvem escalar e gerenciar a execução de forma transparente, a frase atribui ao desenvolvedor a responsabilidade de escalar contêineres e ainda admite desperdício de recursos, o que foge totalmente do paradigma.