Sobre a gerência de processos no Sistema Operacional Linux, analise as afirmativas a seguir. I. Todo processo no Linux possui um número único de identificação (PID); um número de identificação de usuário da criação (UID); e, um número que identifica o seu grupo (GID). II. O comando fork realiza o encerramento de um processo e, para isso, é necessário informar o número PID do processo como argumento do comando. III. O comando ps permite monitorar os processos em execução no computador, exibindo informações importantes como a quantidade de memória consumida e o estado de cada processo. Está correto o que se afirma apenas em
- A)I.
Esta alternativa seleciona apenas a afirmativa I, que descreve os identificadores associados ao processo no Linux, como o PID e os dados de usuário e grupo vinculados à sua execução. O problema é que a afirmativa III também está correta, porque o comando ps realmente lista processos em execução e pode exibir estado e uso de memória. Assim, a opção fica incompleta para o conjunto de proposições corretas.
- B)I e II.
Esta alternativa reúne as afirmativas I e II. A I está alinhada com a ideia de que cada processo possui um PID e carrega identificadores de usuário e grupo associados ao contexto de execução, mas a II erra ao atribuir ao fork o encerramento de processo com um PID como argumento. No Linux, fork cria um novo processo filho a partir do processo chamador; para encerrar um processo, usam-se mecanismos como exit dentro do próprio processo ou kill informando o PID.
- C)I e III.
Esta alternativa reúne I e III, que são as duas proposições compatíveis com a gerência de processos no Linux. A I reflete os identificadores básicos do processo, e a III está correta porque o ps é justamente o comando usado para inspecionar processos ativos, mostrando estado, consumo de memória e outros atributos. Como a II está incorreta por confundir fork com término de processo, esta é a combinação correta.
- D)II e III.
Esta alternativa reúne II e III. A III realmente descreve uma função do ps, que monitora processos em execução e pode exibir estado e consumo de recursos, mas a II está conceitualmente errada porque fork não encerra processo algum e não recebe PID para isso. O fork serve para criar um novo processo, não para finalizá-lo.
Gabarito: C
No Linux, processo é basicamente um programa em execução, e ele vem “etiquetado” com dados de identificação que ajudam o sistema a controlá-lo. Entre os mais importantes estão o PID, que identifica de forma única o processo, e os identificadores de usuário e grupo (UID e GID), usados para permissões e controle de acesso. É por isso que a afirmativa I está correta: todo processo tem essas identificações associadas a ele. A afirmativa II está errada porque o comando fork não encerra processo nenhum. Pelo contrário, ele cria um novo processo, o chamado processo filho, copiando o processo atual. Para finalizar um processo no Linux, você normalmente usa comandos como kill, killall ou pkill, e aí sim pode informar o PID como alvo. A afirmativa III também está correta. O comando ps serve para listar e monitorar processos em execução, exibindo informações como PID, estado, uso de CPU e memória, entre outras. Em provas, ele costuma aparecer como ferramenta de consulta do “raio-X” dos processos. Assim, o gabarito C faz sentido porque apenas as afirmativas I e III estão corretas.