O Windows Server 2016 dá suporte a alguns tipos de compartilhamentos de pastas; um deles “é um protocolo de sistema de arquivos padronizado normalmente por distribuição UNIX e Linux”. Assinale a alternativa que apresenta um desses tipos.
- A)Network File System (NFS).
Correta, porque o NFS é um protocolo de sistema de arquivos padronizado e tradicionalmente associado aos ambientes UNIX e Linux.
- B)Server Message Block (SMB).
Errada, porque o SMB é o protocolo de compartilhamento típico do ecossistema Microsoft, não o descrito no enunciado.
- C)Discrete Device Assignment (DDA).
Errada, porque DDA é um recurso de atribuição direta de dispositivo, sem relação com compartilhamento de pastas.
- D)Microsoft Assessment and Planning (MAP).
Errada, porque MAP é uma ferramenta de avaliação e planejamento da Microsoft, não um tipo de compartilhamento de arquivos.
Gabarito: A
Quando o Windows Server fala em tipos de compartilhamento de pastas, ele pode conversar com vários “idiomas” de rede. Um deles é o NFS, que nasceu no mundo UNIX/Linux e virou um protocolo clássico para compartilhamento de arquivos em ambientes heterogêneos. Em outras palavras, se a ideia é integrar Windows com máquinas de tradição UNIX/Linux, o NFS é o nome que costuma aparecer na prova. O ponto central aqui é o próprio enunciado: ele descreve um protocolo de sistema de arquivos padronizado e normalmente associado à distribuição UNIX e Linux. Essa definição bate direitinho com o Network File System (NFS), que foi criado justamente para acesso remoto a arquivos em rede com essa pegada mais “unix-like”. Já o SMB é outro protocolo de compartilhamento, muito ligado ao ecossistema Microsoft, usado no compartilhamento de arquivos e impressoras em redes Windows. Então, apesar de também servir para compartilhar pastas, ele não combina com a pista do enunciado sobre UNIX e Linux. Em prova, vale guardar a associação rápida: NFS = tradição UNIX/Linux; SMB = mundo Microsoft/Windows. É o tipo de detalhe que a banca adora cobrar com cara de definição técnica, mas a resposta costuma estar escondida na origem histórica do protocolo.