Durante o planejamento de configuração das aplicações na Google Cloud, foi solicitado que o analista de determinado TRT configurasse recurso do framework de arquitetura de segurança da informação, com vista a conceder às pessoas certas o acesso aos recursos ideais pelos motivos mais coerentes, por meio do acesso granular, conforme o princípio do privilégio mínimo. Nessa situação hipotética, para realizar o que lhe foi solicitado, o analista deverá utilizar o recurso
- A)chronicle.
Errada, porque Chronicle é voltado para análise de सुरक्षा, detecção e investigação de ameaças, não para controle granular de permissões de acesso.
- B)identity and access management.
Certa, porque o Identity and Access Management é o recurso usado para definir permissões, papéis e acessos com granularidade, atendendo ao princípio do privilégio mínimo.
- C)multifactor authentication.
Errada, porque multifactor authentication reforça a autenticação do usuário, mas não substitui o gerenciamento de permissões e autorizações.
- D)cloud data loss prevention.
Errada, porque Cloud Data Loss Prevention serve para localizar, classificar e proteger dados sensíveis, não para controlar quem acessa recursos da nuvem.
- E)cloud identity.
Errada, porque Cloud Identity cuida da identidade e do diretório de usuários, mas o controle de acesso por políticas e permissões é função do IAM.
Gabarito: B
A questão fala de conceder acesso certo, para a pessoa certa, no recurso certo, pelo motivo certo, com granularidade e seguindo o princípio do privilégio mínimo. Em Cloud, isso é a cara do Identity and Access Management, ou IAM, que serve para definir quem pode fazer o que em quais recursos. Pense nele como o porteiro inteligente da nuvem: ele não entrega a chave geral, ele libera só a porta necessária. O IAM permite criar usuários, grupos, papéis e permissões, controlando acessos de forma bem detalhada. Isso encaixa exatamente no enunciado, porque o problema não é só autenticar alguém, mas autorizar o acesso de maneira fina e adequada às funções. Na prática, é o recurso que traduz o privilégio mínimo em política de acesso. As demais opções fogem da ideia central. Algumas ajudam na segurança, mas em outras frentes: detecção de ameaças, autenticação em múltiplos fatores, proteção de dados sensíveis ou gestão de identidade. Nenhuma delas, sozinha, é o mecanismo clássico de autorização granular para acesso a recursos na nuvem. Então, o gabarito é a letra B. Em provas de cloud, quando aparecer “acesso granular”, “privilégio mínimo” e “quem pode acessar o quê”, a resposta quase sempre aponta para IAM.