Entre as funcionalidades do Kubernetes, a que gerencia os contêineres quanto à verificação de integridade definida pelo usuário é
- A)gerenciamento de configuração e de segredos.
Errada, porque gerenciamento de configuração e segredos trata de variáveis, credenciais e dados sensíveis, não da reação do sistema a falhas de integridade.
- B)orquestração de armazenamento.
Errada, porque orquestração de armazenamento diz respeito a volumes e persistência, e não à verificação de saúde dos contêineres.
- C)lançamentos e reversões automatizadas.
Errada, porque lançamentos e reversões automatizadas se relacionam a atualizações de aplicações, não ao monitoramento e reparo de contêineres doentes.
- D)empacotamento binário automático.
Errada, porque empacotamento binário automático não é a funcionalidade descrita pelo Kubernetes nessa questão e não envolve health check.
- E)autocorreção.
Certa, porque a autocorreção faz o sistema identificar falhas de integridade e agir automaticamente para restaurar o funcionamento esperado.
Gabarito: E
No Kubernetes, varias funcionalidades trabalham para manter os contêineres saudáveis e disponíveis sem voce precisar ficar “no plantão” o tempo todo. A ideia central é que o sistema observe o estado desejado e tente corrigir automaticamente qualquer desvio. É aí que entra a lógica de verificação de integridade definida pelo usuário, como os health checks, que permitem dizer se um contêiner está realmente apto a continuar rodando. Quando o Kubernetes percebe que um contêiner falhou nesses testes de integridade, ele pode reiniciá-lo, recriá-lo ou realocá-lo, conforme o caso. Essa capacidade de reagir sozinha aos problemas é o que a banca chama de autocorreção. Em outras palavras: o sistema olha, percebe que algo não vai bem e age para trazer a aplicação de volta ao estado esperado. Isso conversa com a natureza declarativa do Kubernetes: voce descreve o estado desejado, e o orquestrador tenta aproximar a realidade desse desenho. Na prática, a checagem de integridade serve como gatilho para essa reação automática, evitando que um contêiner “meia-boca” continue atendendo requisições como se nada tivesse acontecido. Por isso, o gabarito é a letra E. Não se trata de configuração de segredos, armazenamento, rollback ou empacotamento, mas sim da capacidade do Kubernetes de detectar falhas e se autorreparar. Essa é uma característica clássica da plataforma e muito cobrada em provas: a famosa self-healing, ou autocorreção.