Assinale a frase em que a palavra sublinhada foi trocada por um antônimo adequado.
- A)Jogador de futebol não deve ser gordo / forte.
Errada, porque "gordo" e "forte" não formam antônimos adequados nesse contexto; são características diferentes, não opostas diretas.
- B)Jogador de tênis deve ser rápido / simpático.
Errada, porque "rápido" e "simpático" não são antônimos entre si e a troca não preserva a ideia da frase.
- C)Jogador de xadrez deve ser calmo / calado.
Errada, porque "calmo" e "calado" não são opostos exatos; a relação entre as palavras é de sentido diferente, não de antonímia.
- D)Jogador de basquete deve ser alto / baixo.
Certa, porque "alto" e "baixo" são antônimos diretos e a substituição mantém a frase coerente.
- E)Jogador de volibol deve ser organizado / tranquilo.
Errada, porque "organizado" e "tranquilo" não são antônimos adequados e a troca não corresponde a uma oposição lexical clara.
Gabarito: D
A questão cobra vocabulário, mais especificamente a escolha de um antônimo que faça sentido no contexto da frase. Não basta trocar por qualquer palavra contrária em abstrato: a substituição precisa combinar com a ideia que a frase quer transmitir. Em prova, a banca adora esse detalhe porque uma palavra pode até ser antônima no dicionário, mas não funcionar bem na construção do enunciado. Na alternativa correta, "alto" foi trocado por "baixo" na frase sobre jogador de basquete. Aqui a oposição é perfeita e coerente com a ideia esperada: no basquete, a estatura costuma ser um traço valorizado, então o antônimo de "alto" encaixa de forma adequada na frase. É uma substituição limpa, direta e sem tropeço semântico. As demais opções até trazem palavras que podem ter relação de oposição em alguns contextos, mas não preservam a naturalidade ou a lógica da frase. Em questão de antônimo, a banca quer precisão: se a nova palavra deixa a frase esquisita ou muda o sentido de modo inadequado, a troca não serve. Em resumo, o segredo aqui é ler com atenção o par de palavras e verificar se a substituição mantém a frase compreensível e coerente. É aquele tipo de questão em que o vocabulário funciona como uma peça de encaixe: se não encaixar, a resposta cai sozinha.