Escrever de forma ortograficamente correta é dever de todos aqueles que trabalham com a língua portuguesa; a forma abaixo que está graficamente correta é:
- A)enfarto;
Certa: "enfarto" é a grafia correta e consagrada na língua portuguesa.
- B)irriquieto;
Errada: "irriquieto" traz duplicação indevida de letras; a grafia correta não é essa.
- C)rúbrica;
Errada: "rúbrica" não recebe esse acento na forma padrão, que é "rubrica".
- D)mantegueira;
Errada: "mantegueira" está grafada incorretamente; a forma correta é com outra sequência de letras.
- E)ponteagudo.
Errada: "ponteagudo" não é a forma ortográfica padrão; a composição da palavra está inadequada.
Gabarito: A
A questão cobra ortografia oficial: em português, a forma correta é a que segue o vocabulário padrão e as regras de formação da palavra, não a “intuição sonora”. Aqui, o ponto é lembrar que algumas palavras têm escrita consolidada pelo uso e pela norma, mesmo quando parecem estranhas ao ouvido. Isso é exatamente o tipo de cobrança da FGV: ela adora trocar uma letra, enfiar um grupo consonantal improvável ou brincar com vogal intermediária. O gabarito é "enfarto". A palavra existe na língua com esse formato, relacionada ao verbo "enfartar" e ao substantivo "enfarto", ambos com grafia admitida na norma culta. Não há motivo para inserir letras extras ou trocar a estrutura da palavra por semelhança com outras de som parecido. As demais alternativas apelam para erros bem comuns de ortografia: uma duplicação indevida de consoantes, acento colocado onde não deve, troca de fonema por letra mais familiar e junção gráfica inventada. Em prova, isso costuma aparecer como “palavra que parece certa, mas não é”. Em resumo: na ortografia oficial, o que manda é a forma consagrada. Se a palavra está dicionarizada assim, é essa grafia que vale - e, neste caso, a única correta entre as opções é "enfarto".