Com relação aos termos essenciais da oração, ao analisar a frase: “Assaltaram a padaria do português ontem à noite.”, pode-se dizer que o sujeito dessa oração é:
- A)simples.
Errada, porque o sujeito simples exige um núcleo identificado, e aqui não há nenhum sujeito expresso na frase.
- B)inexistente.
Errada, porque a oração tem verbo e estrutura completa; o problema não é ausência de oração, mas ausência de identificação do sujeito.
- C)Indeterminado.
Certa, porque o verbo está na 3ª pessoa do plural sem sujeito expresso, caracterizando sujeito indeterminado.
- D)oculto.
Errada, porque sujeito oculto é aquele que pode ser identificado pelo contexto, e aqui não há essa recuperação clara.
Gabarito: C
Para achar o sujeito, você deve perguntar quem pratica a ação do verbo. Na frase "Assaltaram a padaria do português ontem à noite.", o verbo está na 3ª pessoa do plural, mas não aparece um termo expresso indicando quem são os autores do assalto. Isso é típico de sujeito indeterminado: a ação existe, só não se diz quem a praticou. Esse caso ocorre muito com verbo na 3ª pessoa do plural sem sujeito expresso, como em "Disseram que vai chover". A gramática tradicional ensina que, quando o verbo fica assim, sem um referente claro no texto, há sujeito indeterminado. Não é sujeito oculto, porque aqui não existe um sujeito identificado pelo contexto. Também não é inexistente, porque a oração tem verbo e sentido completo. Então, o gabarito está na alternativa C. A frase informa uma ação, mas esconde ou omite o agente, deixando a oração com sujeito indeterminado. Em prova, essa é uma das situações mais clássicas de sintaxe: verbo na 3ª pessoa do plural, sem sujeito expresso, e pronto, a banca adora esse truque.