Uma vítima de afogamento encontra-se inconsciente e em parada respiratória. Nesse caso, trata-se de um afogamento
- A)grau 2.
Errada, porque o grau 2 corresponde a quadros leves, com pouca repercussão clínica, e não a vítima inconsciente e em parada respiratória.
- B)grau 3.
Errada, porque o grau 3 ainda não representa o estado crítico descrito no enunciado, que já indica falência respiratória.
- C)grau 4.
Errada, porque o grau 4 não corresponde ao quadro de inconsciência com parada respiratória, que é mais grave.
- D)grau 5.
Certa, pois a vítima inconsciente e em parada respiratória apresenta afogamento gravíssimo, enquadrado como grau 5 na classificação usada pela questão.
- E)grau 6.
Errada, porque o grau 6 não é o enquadramento esperado para a descrição dada no enunciado.
Gabarito: D
A classificação do afogamento pode ser feita pela gravidade clínica, indo dos quadros mais leves, com tosse e pouca repercussão, até os mais graves, com falência respiratória e parada cardiorrespiratória. Em prova, a banca costuma cobrar a ideia central: quanto pior o comprometimento da respiração e da consciência, maior o grau do afogamento. Aqui a vítima está inconsciente e em parada respiratória, o que indica um quadro gravíssimo. Nesse nível, não estamos mais falando de apenas irritação das vias aéreas ou dificuldade para respirar, mas de ausência de ventilação espontânea, com risco imediato de parada cardíaca. Por isso, o gabarito é a letra D, grau 5, na classificação adotada pela questão. Em situações assim, a conduta de primeiros socorros é prioridade absoluta: acionar o socorro, iniciar suporte básico de vida conforme necessário e não perder tempo com medidas sem utilidade prática. Em provas, a lógica é sempre conectar o grau à gravidade clínica descrita no enunciado. Em resumo: inconsciente + parada respiratória = afogamento grave, compatível com o grau máximo cobrado pela banca nessa classificação.