Em uma avaliação de um acidentado de emergência traumática, o estado de consciência pode ser avaliado por meio da
- A)mensuração da quantidade de sague perdida por hemorragia.
Errada, porque a quantidade de sangue perdido indica gravidade do trauma, mas não avalia diretamente o estado de consciência.
- B)realização de perguntas lógicas, como nome e idade.
Certa, porque perguntas simples e lógicas, como nome e idade, mostram se a vítima está orientada e responsiva.
- C)mensuração do nível de batimento cardíaco.
Errada, porque a frequência cardíaca é um sinal vital, mas não mede sozinha a consciência do acidentado.
- D)realização de movimentos torácicos.
Errada, porque movimentos torácicos servem para avaliar respiração, não o nível de consciência.
- E)verificação da simetria entre as pupilas.
Errada, porque a simetria pupilar pode sugerir alteração neurológica, mas não é o método básico para avaliar consciência.
Gabarito: B
Em primeiros socorros, avaliar o estado de consciência significa observar se a pessoa está desperta, responde e consegue interagir de forma coerente. Na prática, você faz isso com estímulos simples e perguntas objetivas, como pedir o nome, a idade ou perguntar o que aconteceu. Se o acidentado responde de forma lógica, isso sugere que está consciente; se não responde ou responde de modo confuso, acende o alerta. Esse tipo de avaliação é bem comum na abordagem inicial do trauma, porque a consciência pode piorar rápido e indica gravidade. Por isso, antes de sair medindo tudo, o socorrista precisa perceber se a vítima está alerta, vocaliza, responde a comandos ou está sonolenta, desorientada ou inconsciente. É o famoso "olha, chama e responde" funcionando na vida real. O gabarito está na alternativa B porque perguntas simples e lógicas permitem verificar orientação e nível de resposta da vítima. Nome, idade, local e o que aconteceu são perguntas clássicas para avaliar consciência, sem exigir equipamentos ou manobras complexas. Já sinais como pulso, respiração, pupilas e perda de sangue ajudam na avaliação geral do trauma, mas não medem diretamente o estado de consciência. Em provas, a banca costuma misturar sinais vitais com resposta neurológica para ver se você separa o que é consciência do que é circulação, ventilação ou gravidade do sangramento.