Redes de computadores podem ser classificadas de acordo com a distância máxima entre dois dispositivos da rede. Essa distância determina a sua abrangência geográfica, que pode ser definida como LAN (Local Area Network), MAN (Metropolitan Area Network), PAN (Personal Area Network) e WAN (Wide Area Network). Os tipos de redes, em ordem crescente de abrangência geográfica, são:
- A)WAN, MAN, LAN e PAN;
Errada, porque coloca WAN como a menor rede e PAN como a maior, invertendo totalmente a ordem de abrangência.
- B)LAN, PAN, MAN e WAN;
Errada, porque troca PAN e LAN, além de não respeitar a sequência correta entre as demais categorias.
- C)LAN, MAN, PAN e WAN;
Errada, porque coloca PAN depois de MAN, quando PAN é uma rede menor do que LAN e MAN.
- D)PAN, LAN, WAN e MAN;
Errada, porque mistura a posição de WAN e MAN e ainda desorganiza a progressão natural de alcance.
- E)PAN, LAN, MAN e WAN.
Certa, pois a ordem crescente de abrangência é PAN, LAN, MAN e WAN.
Gabarito: E
Quando a banca fala em abrangência geográfica, ela quer que você pense no tamanho da área coberta pela rede. A lógica é simples: quanto mais perto e pessoal, menor a rede; quanto mais espalhada, maior a rede. É quase uma escadinha: primeiro o seu espaço de uso imediato, depois o ambiente local, depois a cidade ou região metropolitana, e por fim áreas muito amplas, como estados, países ou continentes. A PAN (Personal Area Network) é a menor de todas, porque cobre a área pessoal do usuário, como o Bluetooth entre celular e fone. A LAN (Local Area Network) vem em seguida, conectando dispositivos em um local restrito, como casa, escritório ou laboratório. Depois aparece a MAN (Metropolitan Area Network), que interliga redes em uma área metropolitana, como vários prédios ou unidades de uma cidade. Por último, a WAN (Wide Area Network) é a rede de maior alcance, ligada a longas distâncias geográficas, muitas vezes usando infraestrutura de operadoras. Então, em ordem crescente de abrangência geográfica, o caminho correto é PAN, LAN, MAN e WAN. Esse é um conceito clássico de redes, cobrado de forma doutrinária em praticamente toda bibliografia de introdução a redes e infraestrutura, como a classificação por alcance geográfico.