Para incluir uma barreira de proteção na rede de computadores da empresa X, Leandro implementou no servidor da empresa uma ferramenta capaz de monitorar todo o tráfego da rede em busca de ameaças, enviar um alerta ao plantonista de segurança da empresa e tomar as medidas iniciais contra a ameaça encontrada. A ferramenta implementada é um:
- A)HIPS;
Errada, porque HIPS atua no host, monitorando e protegendo um computador específico, não todo o tráfego da rede.
- B)HIDS;
Errada, porque HIDS também é voltado à detecção em um host, com foco em alertar, não em agir sobre todo o tráfego da rede.
- C)NIDS;
Errada, porque NIDS monitora o tráfego da rede e emite alertas, mas não faz a prevenção ativa descrita no enunciado.
- D)NIPS;
Certa, porque NIPS monitora o tráfego da rede, gera alertas e executa ações iniciais para bloquear ou conter a ameaça.
- E)WIPS.
Errada, porque WIPS é específico para redes sem fio, e o enunciado trata de proteção na rede da empresa de forma geral.
Gabarito: D
A questão está falando de uma ferramenta que fica “de olho” no tráfego da rede, identifica ameaças, avisa o responsável e ainda reage de forma inicial. Isso é a cara de um sistema de prevenção de intrusões em rede, porque ele não só detecta como também tenta bloquear ou conter o ataque em tempo real. Pense assim: se a ferramenta só observasse e alertasse, seria mais de detecção. Mas aqui o enunciado foi além e disse que ela também toma medidas iniciais contra a ameaça. Esse detalhe é o que derruba qualquer opção baseada apenas em monitoramento passivo. No mundo da segurança, o NIDS monitora a rede e alerta; o NIPS monitora e também age para impedir a intrusão. Por isso, o gabarito é a letra D, porque o foco está na proteção ativa no tráfego da rede, algo típico de prevenção, não só de detecção. Em termos doutrinários, a diferença central é essa: IDS detecta e informa; IPS detecta e bloqueia/mitiga. E, como o enunciado fala em servidor e tráfego da rede, a solução é de rede, não de host e nem de ambiente sem fio.