Anderson está modernizando a infraestrutura de redes do Ministério Público de Goiás. Para isso está efetuando a troca dos cabos de categoria 5 para a categoria 5E. Durante a passagem dos cabos não houve problemas técnicos. Contudo, precisou buscar informações quanto ao procedimento de crimpagem dos cabos de rede. Anderson não tinha conhecimento sobre os códigos de cores dos conectores. Considerando que todos os pontos de conexão serão interligados através de um switch, Anderson deverá utilizar o padrão EIA/TIA
- A)568A nas extremidades onde se encontram as máquinas e EIA/TIA 568B nas extremidades onde se encontram os switches.
Errada, porque mistura os padrões nas extremidades e descreve um arranjo que não corresponde ao cabo direto usado na ligação com switch.
- B)568B nas extremidades onde se encontram as máquinas e EIA/TIA 568A nas extremidades onde se encontram os switches.
Errada, porque inverte a lógica da conexão e também sugere uso de padrões diferentes nas pontas do cabo.
- C)568B com a codificação de cores em crossover na outra extremidade do cabo para melhoria da conexão.
Errada, porque crossover não é o procedimento indicado aqui; além disso, a alternativa foge do princípio de cabo direto entre máquina e switch.
- D)568A ou o EIA/TIA 568B desde que seja cada codificação de cores em uma extremidade diferente do cabo
Errada, porque permite padrões diferentes em cada extremidade, o que caracteriza crossover e não cabo direto.
- E)568A ou o EIA/TIA 568B desde que possua a mesma codificação de cores em ambos os lados.
Certa, porque admite 568A ou 568B, desde que a mesma codificação seja usada nas duas extremidades, formando um cabo direto.
Gabarito: E
Na crimpagem de cabos de rede, o que manda é a ordem dos fios no conector RJ-45, seguindo os padrões EIA/TIA 568A ou 568B. Esses padrões definem a pinagem e garantem que o cabo funcione corretamente na rede. Se você vai ligar equipamentos diferentes, como máquina e switch, o mais comum é usar cabo direto, isto é, com a mesma codificação nas duas pontas. O ponto principal aqui é simples: para conexão entre dispositivos distintos, não se faz mistura de padrões nas extremidades. Você escolhe um padrão e o repete nas duas pontas do cabo. Pode ser 568A nas duas extremidades ou 568B nas duas extremidades, porque ambos são aceitos e equivalentes para essa finalidade. A banca quer testar justamente essa diferença entre cabo direto e cabo crossover. O crossover usa padrões diferentes em cada ponta, mas isso não é o caso clássico para ligar máquinas a switches em redes modernas. Com os equipamentos atuais, o cenário normal é cabo direto, sem invenção de moda na crimpagem. Por isso, o gabarito E está correto: tanto o EIA/TIA 568A quanto o 568B servem, desde que a mesma codificação de cores seja mantida nos dois lados do cabo.