Um quadro 802.11 possui muitas semelhanças com um quadro Ethernet. No entanto, ele também contém vários campos que são específicos para sua utilização nos enlaces sem fio. O comprimento máximo permitido no campo carga útil da especificação do protocolo é
- A)512 bytes.
Errada, porque 512 bytes não corresponde ao limite máximo do campo de carga útil do quadro 802.11.
- B)1.024 bytes.
Errada, porque 1.024 bytes é um valor genérico, mas não é o máximo previsto para a carga útil do padrão Wi-Fi.
- C)1.501 bytes.
Errada, porque 1.501 bytes lembra limites de Ethernet, não o campo de payload do 802.11.
- D)2.048 bytes.
Errada, porque 2.048 bytes ainda fica abaixo do máximo especificado para a carga útil do quadro 802.11.
- E)2.312 bytes.
Certa, porque o campo de carga útil do quadro 802.11 pode ter até 2.312 bytes.
Gabarito: E
O quadro 802.11, usado em redes Wi-Fi, lembra o Ethernet na estrutura geral, mas tem campos extras para lidar com o ambiente sem fio, como controle de endereçamento, gestão de enlace e retransmissões. Em provas, a banca gosta de cobrar justamente esses detalhes de tamanho máximo, porque eles diferenciam o padrão wireless do cabo tradicional. No 802.11, o campo de carga útil, chamado de frame body, pode chegar a 2.312 bytes. Esse valor aparece na especificação do protocolo e é o limite máximo aceito para a parte de dados do quadro. Em outras palavras: enquanto o Ethernet clássico trabalha com um payload bem menor, o Wi-Fi admite uma carga útil maior dentro do seu quadro MAC. Por isso, o gabarito é a letra E. A ideia é simples: a estrutura do quadro 802.11 foi desenhada para suportar as necessidades do meio sem fio, e o tamanho máximo da carga útil é 2.312 bytes. É aquele tipo de número que a FGV adora transformar em armadilha de memorização, então vale guardar como referência.