O RIP (Routing Information Protocol / Protocolo de Informação de Rota) é a implementação do protocolo de vetor de distância, onde a rota que tem menor custo entre dois nós quaisquer é aquela com a distância mínima. É implementado como um processo que utiliza o protocolo UDP na porta:
- A)411
Errada: a porta 411 não é a associada ao RIP.
- B)443
Errada: a porta 443 é usada tipicamente para HTTPS, não para RIP.
- C)501
Errada: a porta 501 não corresponde ao protocolo RIP.
- D)520
Certa: o RIP utiliza UDP na porta 520.
Gabarito: D
O RIP é um protocolo de roteamento do tipo vetor de distância, usado para trocar informações de rotas entre roteadores de forma simples. A lógica dele é bem direta: ele escolhe o caminho com menor métrica, que no RIP é baseada em quantidade de saltos (hop count), e não em velocidade, banda ou “intuição” do roteador. Por isso ele é considerado um protocolo mais antigo e mais simples, mas também com limitações, como convergência mais lenta e limite máximo de 15 saltos. Na parte de transporte, o RIP usa o UDP para enviar suas mensagens de atualização. E aqui mora a cobrança clássica de prova: o RIP trabalha na porta 520 do UDP. Ou seja, se a banca perguntar “qual porta?”, pense em roteamento dinâmico antigo, vetor de distância e UDP 520. É um combo bem típico. Então, o gabarito D está correto porque a porta associada ao RIP é a 520. Isso aparece na documentação técnica do protocolo e é o padrão cobrado em redes e infraestrutura. Em resumo: RIP + UDP + porta 520. Um trio para guardar sem drama.