O registro DNS que aponta um nome de domínio (um alias) para outro domínio é do tipo
- A)AAAA.
Errada: AAAA relaciona um nome de host a um endereço IPv6, não serve para criar alias entre domínios.
- B)NS.
Errada: NS informa quais são os servidores de nomes autoritativos do domínio, não define apelido para outro domínio.
- C)CNAME.
Certa: CNAME é o registro usado para indicar que um nome é um alias e deve apontar para outro nome canônico.
- D)MX.
Errada: MX aponta para servidores de e-mail responsáveis por receber mensagens do domínio.
- E)PTR.
Errada: PTR é usado na resolução reversa, convertendo endereço IP em nome de domínio.
Gabarito: C
No DNS, cada tipo de registro tem uma função bem específica, quase como uma equipe de atendimento: um resolve endereço, outro faz apelido, outro aponta servidor de e-mail. Quando a questão fala em um nome de domínio que funciona como alias para outro domínio, ela está descrevendo o registro usado para criar um "nome alternativo" que redireciona para o nome canônico. Esse é exatamente o papel do CNAME (Canonical Name). Ele diz ao DNS: "esse nome aqui é só um apelido, o nome verdadeiro é outro". Assim, se voce digita um endereço como www.exemplo.com e ele for um alias, o DNS consulta o CNAME e encontra o domínio principal correspondente. As outras alternativas são armadilhas clássicas. NS identifica os servidores de nomes autoritativos do domínio; MX aponta para servidores de e-mail; PTR faz a resolução reversa, isto é, de IP para nome; AAAA mapeia nome para endereço IPv6. Ou seja, cada um tem sua função, mas alias entre domínios é CNAME na veia. Em provas, o CESPE gosta muito dessa troca entre tipos de registro, então vale guardar a associação simples: CNAME = apelido, MX = e-mail, NS = servidor DNS, PTR = reverso, AAAA = IPv6. É uma daquelas questões que parecem só detalhe, mas o detalhe é justamente o que a banca quer.