Para dividir uma rede típica classe C em outras duas sub-redes, é correto utilizar uma máscara de redes que, em quantidade de bits, seja equivalente a
- A)\23.
Errada: /23 é uma máscara menor que /24, então ampliaria a rede em vez de dividi-la em duas sub-redes.
- B)\24.
Errada: /24 é a máscara padrão de uma rede classe C, sem subdivisão.
- C)\25.
Certa: para criar 2 sub-redes a partir de uma classe C /24, voce empresta 1 bit e chega a /25.
- D)\26.
Errada: /26 divide uma rede /24 em 4 sub-redes, não em 2.
- E)\27.
Errada: /27 divide uma rede /24 em 8 sub-redes, ou seja, vai além do que foi pedido.
Gabarito: C
Uma rede IPv4 classe C, na forma tradicional de classificação, tem máscara padrão /24, isto é, 24 bits para rede e 8 bits para hosts. Quando voce precisa dividir essa rede em 2 sub-redes, voce tem de “pegar emprestado” 1 bit da parte de hosts, porque 2 sub-redes = 2^1. Com isso, a máscara sai de /24 para /25. Na prática, isso significa que a rede fica mais “fina” e ganha duas faixas menores de endereços, cada uma com menos hosts disponíveis. Em vez de uma rede única com 256 endereços possíveis (na visão simplificada), voce passa a ter duas sub-redes com 128 endereços cada uma, sendo 126 úteis por sub-rede, já que sempre há endereço de rede e broadcast. Por isso, o gabarito C está correto: a máscara equivalente é /25. Esse raciocínio é exatamente o básico de subnetting cobrado em concurso: aumentar o prefixo em 1 bit dobra o número de sub-redes e reduz pela metade o espaço de hosts em cada uma. A CESPE/CEBRASPE costuma cobrar esse tipo de conta de forma direta, então vale decorar a lógica: quantas sub-redes você quer = quantos bits precisa tomar emprestado da parte de host. Aqui, para 2 sub-redes, bastou 1 bit.